sexta-feira, 29 de setembro de 2023

Amanhã é dia de Ilha Rock Festival, em São Luís !!



Será neste sábado, 30, a 4ª edição do Ilha Rock Festival, uma vitrine para o talento musical maranhense, com participação de dezenas de artistas e bandas em mais de 12 horas de programação.  O festival começa às 15h, com a abertura dos portões.

Nessa edição, o festival inspirou tributos de grandes nomes do rock mundial e nacional, levando o público a uma viagem inesquecível pelos sucessos de suas bandas favoritas.


Confira a programação completa 

15h - Abertura dos portões

15h30 – The Rolling Stones (Banda Connection)

17h – Evanescence / Pitty (Banda Colt)

18h – Michael Jackson (Jamilson Jackson)

19h – Los Hermanos (Banda Paquetá)

20h – Legião Urbana (Banda Duas Tribos)

21h – Queen (Banda Vertigo)

22h – Pink Floyd / Pearl Jam (Banda General Purpose)

23h – System of a Down / Red Hot Chili Peppers (Ramirez Costa)

00h – Coldplay / U2 (Luciano Priss)

01h – Iron Maiden (Banda Powerslave)

02h – AC/DC / Charlie Brown Jr (Banda Mobile)

Serviço

O que: Ilha Rock Festival 2023

Quando: 30 setembro

Onde: Residencial Recepções (Av. Mário Andreazza, 26 – Olho D’agua)

Ingressos: WhatsApp da produção (Link)



Zeca Baleiro e Edson Cordeiro lançam o clipe de ‘Mambo Só’

 


a picture of two men with a microphone

Frame do clipe de ‘Mambo Só’, que reúne Zeca Baleiro e Edson Cordeiro


O novo disco de Zeca Baleiro traz alguns feats curiosos, como a participação de Edson Cordeiro na faixa-título Mambo Só. Agora, os dois se unem também no clipe da canção, que chega nesta quinta-feira (28/9), 11h30, no youtube. O clipe tem edição e pós-produção de Marcos Faria.


Edson Cordeiro, atualmente radicado na Alemanha, empresta seus agudos ao mambo-quase-bolero que versa sobre a solidão destes tempos ultracapitalistas.  “O tom dramático (ou melodramático) da música me levou a convidar o amigo Edson Cordeiro para gravá-la comigo, explorando seus agudos inimitáveis e fabulosos. Há tempos combinamos um feat, e agora sua interpretação coube perfeitamente", conta Baleiro. "O convite de Zeca para cantar o dueto “Mambo Só“ com ele foi um grande presente para mim. Eu sou muito fã desse grande artista. Quanto mais eu o conheço mais cresce minha admiração", revela Edson Cordeiro.


Zeca Baleiro lançou Mambo Só, álbum com 10 canções e algumas vinhetas, no dia 28 de julho. "Era pra ser um EP com seis músicas no máximo, mas fui experimentando coisas com vários produtores parceiros e, quando vi, tinha material pra um álbum. Mas é um disco curto, de pouco mais de meia hora. Não foi intencional, mas as 'narrativas musicais' ficaram curtas, bem ao gosto do nosso tempo", diz Baleiro, explicando o processo um tanto acidental do disco.


Mambo Só sucede "Canções D'Além-mar", disco de intérprete dedicado aos cantautores portugueses e premiado com o Grammy Latino 2021 na categoria Melhor Álbum de Música Popular Brasileira. O tributo ganhou uma edição Deluxe em 2022, dois meses antes do lançamento do álbum “Naus”, de parcerias com Vinícius Cantuária. No prazo de pouco mais de um ano, Baleiro lançou alguns projetos especiais e uma dezena de colaborações com diferentes artistas. Em 2023, para marcar os 26 anos de carreira, o artista lançou Mambo Só nas plataformas digitais e segue a celebração neste segundo semestre com um disco de samba autoral e um álbum com Chico César.

Ouça Mambo Só: https://onerpm.link/mamboso


MAMBO SÓ | ZECA BALEIRO

1. MAUTNERIANA [vinheta]

2. VENTO DE OUTONO

3. CORAÇÃO DO SOL _ (ZB e Juliano Holanda)

4. MAMBO SÓ _ feat. Edson Cordeiro

5. VOCÊ GOZA COM DINHEIRO

6.  POVERO _ feat. Oula, Mahmooni e Leon Matumona (Raul Misturada e ZB)

7. VIVA PRIMEIRO, POSTE DEPOIS [vinheta]

8. DEPOIS DA PRIMAVERA (Juliano Holanda e ZB)

9. TEMPO ESCURO

10. FUNK DA NOVA ERA [vinheta] _ feat. Ana Duartti e Tatiana Parra

11. EU TE ADMIRAVA MAIS (Vinícius Cantuária e ZB)

12. DE LONGE TODA SERRA É AZUL _ feat. Daíra

13. ENTREVISTA SOBRE STEVE JOBS - [vinheta]

14. STEVE JOBS _ feat. Moda de Rock


*Todas as composições são de Zeca Baleiro, solo ou em parceria (3, 6, 8, 11)


Produção: ZB (1, 7, 13), ZB e banda + Érico Theobaldo (2), ZB e Érico Theobaldo (3, 4, 10, 12), ZB, Pedro Cunha e Sérgio Fouad (5), ZB e Tuco Marcondes (6, 8), ZB e Bianca Godói (9), ZB e Swami Jr. (11), ZB e Moda de Rock (14)


Mixagem: Walter Costa (1, 4, 7, 9, 10, 11, 12) e Sergio Fouad (2, 3, 5, 6, 8, 13, 14)

Masterização: Flávio Decaroli Sani


Lançamento: Saravá Discos. Distribuição: ONErpm


Assista os clipes de:

Vento de Outono: https://youtu.be/qQ1zPJc_MUs

De Longe Toda Serra é Azul: https://youtu.be/y5jQA4GQi88

Mambo Só: https://youtu.be/yOQhVAngbrA

Ícone do hip hop nacional, BNegão fará show inédito e gratuito no 3º Re[x]istência Fest



 Ícone do hip hop nacional e um dos maiores nomes da música brasileira, BNegão, MC da lendária banda Planet Hemp (ao lado de Marcelo D2) e ex-vocalista do grupo BNegão & Seletores de Frequência (entre 2003 e 2020), está entre as atrações  da terceira edição do Re[x]istência Fest, que será realizada neste sábado (30), no Parque Estadual do Rangedor, no Alto do Calhau, em São Luís, com programação gratuita a partir das 12h.

A bem-sucedida carreira solo de Bernardo Santos, também conhecido como “BNegão”, será um dos destaques do Re[x]istência Fest III. Um dos mais destacados MCs do país, o artista prepara um show inédito para o público maranhense, coroando a nova edição do festival como um espaço de valorização da música nacional e local.

Acompanhado por Paulão King (vocal), Pedro Selector (trompete e voz), Gilber T (guitarra e voz), Sandro Lustosa (percussão) e DJ Castro (turntables), BNegão promete um show recheado de homenagens aos mestres da música preta mundial, como Nelson Cavaquinho, Jorge Ben e Dorival Caymmi – como parte da divulgação do vindouro álbum “Metamorfoses, Riddims e Afins”.

Re[x]istência Fest

Aberto a todos os públicos e com entrada gratuita, o 3º Re[x]istência Fest se firma como um dos eventos mais aguardados do calendário cultural, musical e ambiental do Maranhão. Intitulado “Re[x]istência Fest III - Amazônia é Agora”, em homenagem ao Setembro Amazônico, o festival é organizado pelo Coletivo Reocupa e carrega, ao longo de três edições, o objetivo de celebrar os povos, a cultura e a floresta amazônica, em um dia de atividades que incentivam a produção local, o consumo consciente, a relação com o meio ambiente – tudo isso com uma vasta programação cultural e musical.

Ao todo, o Re[x]istência Fest III contará com mais de 10 atrações locais e nacionais, em mais de 11 horas de programação gratuita. Nos dois palcos, intitulados “Re(X)istência” e “Amazônia é agora”, a potência da cultura maranhense, preta e periférica mostrará toda a sua diversidade para o público.

Além de BNegão, o festival terá, também, a participação de outras atrações nacionais: do Ponto BR, coletivo que reverencia a cultura brasileira, reunindo mestres da cultura popular como Ribinha (MA), cantador do boi de Maracanã, Mestre Walter ( PE) do Maracatu Raízes de África e Mestra Zezé (MA) da Casa Fanti Ashanti; e da banda Lombreta, diretamente da Bahia, que traz em suas apresentações uma verdadeira viagem musical, que vai do carimbó ao samba do recôncavo.

Além das atrações já citadas, a terceira edição do festival terá shows do Grupo Pau Doido Forró In Jazz, Regiane Araújo e Raiz Tribal, Paulão, Cofo de Parafernalha, assim como as apresentações especiais do DJ Adriano Sound (com o set “Brasilidades”), do projeto Batalha na Praça, do Ballroom MA, do Selekta Rocha com os convidados Mr. Adnon & Biodz e da homenagem do Samba de Mina à cantora maranhense Patativa.

O Re[x]istência Fest é realizado sempre em setembro, em homenagem ao mês da Amazônia – ou “Setembro Amazônico” –, consolidando o calendário de ações mitigantes na Amazônia Legal. O festival carrega o propósito da união em torno da reflexão sobre o comportamento da sociedade civil, enquanto povos amazônicos, para manter a floresta amazônica maranhense de pé, que já perdeu 76% do bioma.

Na edição de 2022, o festival alcançou números impressionantes, como: a criação de mais de 400 postos diretos de trabalho e mais de 100 postos de trabalho indiretos, aquecendo a economia criativa da Grande Ilha; uma participação massiva da mão de obra maranhense no evento; e um público de 15 mil pessoas.

Para mais informações sobre o “Re[x]istência Fest III - Amazônia é agora!”, acesse as redes sociais – Instagram: https://www.instagram.com/re_o_cupa/.

REOCUPA

O Reocupa foi fundado em abril de 2016, ocupando e mobilizando a cena local há mais de sete anos. Tem sede no Centro Histórico de São Luís. O casarão, também um centro cultural autogestionado, independente e aberto ao público, conta com acervo de livros, discos e brechó em seu espaço.

Acreditando na construção coletiva, o Reocupa é um espaço plural, disponível para as mais diversas manifestações artísticas, com o objetivo de democratizar a arte, a cultura e a educação através de perspectivas coletivas, influenciando e modificando a forma de ser e coexistir em sociedade.

Atualmente, o coletivo atua nas seguintes frentes: acesso universal à cultura, direito à cidade, educação popular e de checagem de informações, justiça climática, direitos humanos, luta feminista e manutenção dos saberes ancestrais através dos povos e territórios.

 

Serviço:

O quê: “Re[x]istência Fest III - Amazônia é agora!”

Quando: 30 de setembro de 2023;

Onde: Parque do Rangedor, na Avenida Deputado Luís Magalhães, S/N, Alto do Calhau;

Horário: 12h às 00h;

Entrada: Gratuita

quarta-feira, 27 de setembro de 2023

Festival “Cadê o Circo na Piracema” acontece sexta-feira (29) em São Luís


O Festival “Cadê o Circo na Piracema” une cultura e clima através da parceria entre o projeto “Na Piracema das Mudanças Climáticas” e o coletivo “Cadê o Circo?”. Juntos, oferecem um festival multi linguagem aberto ao público para reivindicar a volta desse espaço de fomento artístico e exigir uma atitude que fortaleça o protagonismo cultural tão merecido da cidade de São Luís.

O evento é gratuito e acontece na sexta-feira (29), das 17h às 00h, no Antigo Espaço Cultural, localizado na Rua Coelho Neto, 69-79, Centro. Entre as atrações estão:


Luma Pietra

Anastácia Lia

Fauzy Beydoun (Tribo de Jah)

Josias Sobrinho

Walter Reis

Paulão

Núbia

Marcos Magah

Beto Ehongue e Siô Groove

Lucía Santalices

Criola Beat

Tarcísio Selektah

Pedro Sobrinho

Tambor da Lua

Gilson César

Feira Criativa

Feirinha MST

Tricomas

Rômulo Reis

O coletivo “Cadê o Circo?” foi criado para cobrar das autoridades públicas a volta do mesmo, que está desativado há 10 anos, quando no passado, promovia espetáculos, shows, projetos de arte-educação, como o Circo Escola, além de propiciar o desenvolvimento da economia criativa local.


Semana do Cinema terá ingressos por R$ 12

 


A Semana do Cinema retornou para mais uma edição, com ingressos bem mais baratos para diversos longas-metragens e combos promocionais, entre os dias   28 de setembro e 4 de outubro em todo o país. Na ocasião, os preços dos ingressos dos cinemas participantes serão comercializados ao preço único de RS$ 12. Além disso, os valores dos combos compostos por pipoca e refrigerante (acompanhantes fiéis de todos os fãs de filmes) também cairão.

A ação acontece já há algum tempo e tem como objetivo não apenas celebrar o cinema de maneira geral, mas garantir que cada vez mais pessoas tenham experiências cinematográficas.

A campanha foi criada pela FENEEC (Federação Nacional das Empresas Exibidoras Cinematográficas) e conta com o apoio da ABRAPLEX (Associação Brasileira das Empresas Exibidoras Cinematográficas Operadoras de Multiplex). Esta será a terceira edição da Semana do Cinema, que já foi realizada em 2023, em fevereiro.

Cinemas participantes

Caso você tenha se interessado pelo evento e queira participar, aqui vão alguns lembretes importantes: as promoções da Semana do Cinema são válidas para todas as sessões em salas tradicionais 2D (ou seja, salas com filmes em 3D não estão inclusas). É válido apontar também que a programação de atrações será variada, com filmes de terror, drama, comédia, romance, entre outros gêneros. Portanto, haverá opções para quase todos os gostos!

Em relação aos cinemas participantes, todos aqueles associados à ABRAPLEX, entre outros, incluindo Cinemark, Cinépolis, UCI, Cinesystem, GNC, Moviecom, Arteplex, Cineart, Itaú Cinemas, Petra Belas Artes e Playarte, estão garantidos na ocasião especial, ofertando ingressos pelo preço de RS$ 12 e combos especiais. Contudo, para saber quais filmes e combos estão dentro da Semana do Cinema, é preciso acessar os sites dos cinemas participantes e conferir, de acordo com sua região.

I Mostra Sesc de Culturas Urbanas acontece de 27 a 30 de setembro em São Luís


 I


A Mostra Sesc de Culturas Urbanas está chegando para movimentar São Luís. Uma ampliação da Mostra Sesc Hip Hop, o projeto busca fortalecer a cultura urbana e promete unir arte, música e dança em uma grande programação aberta ao público de 27 a 30 de setembro. Promovendo um encontro de diversos estilos, dançarinos de break, MCs, DJ’s e grafiteiros e shows com artistas locais e de outros estados integram a agenda do evento. A Mostra é gratuita e aberta ao público. 

Nesta primeira edição, a Mostra Sesc de Culturas Urbanas leva ao público muita atitude em forma de arte e talentos da cena urbana. Na programação, painéis artísticos e intervenções com Graffiti, debates, oficinas de Breaking, batalhas (MC, Ballroom e All Style), exposição em comunidade escolar, apresentações artísticas nas diversas expressões, promovendo uma intensa troca de experiências e ampliando o acesso à produção artística da periferia e comunidades.

Na modalidade shows, a agenda da I Mostra Sesc de Culturas Urbanas está incrível e com atração para todos os públicos, inclusive o infantil, nos dias 29 e 30 de setembro. O show Abrakbça, uma viagem pelo mundo mágico do Hip Hop com Renan Inquérito (SP), convida a criançada para um passeio divertido em um universo lúdico criado por um MC Mágico encantador de palavras.

Para o público jovem e adulto, os shows de Nando Preto, Pantera Black e Pandeirada da Encantada com Sapaleiras, além da discotecagem com DJ Gabriella Leão e intervenções artísticas com slamers Brena Maria e Thag Santos. Os shows apresentam ritmos e tendências da cultura popular do Maranhão, musicalidade ancestral e a acústica do Rap e batuques.

PROGRAMAÇÃO – ABERTA AO PÚBLICO


 – DIA 29 DE SETEMBRO- OCUPAÇÃO SESC: ARTES DAS URBES

LOCAL: Ginásio Charles Moritz no Sesc Deodoro

HORÁRIO: 17h às 22h

PROGRAMAÇÃO

17h- Discotecagem com a DJ Gabriella Leão

17h 30 – Intervenções artísticas com Slamers: Thag Santos e Brena Maria

18h – até 18h20- Discotecagem com a DJ Gabriella Leão

18h 30 às 19h30- Roda de Conversa: As Artes das Urbes 

A Roda de Debate “As Artes das Urbes” tem como proposta dialogar sobre a produção de artes urbana nas linguagens de audiovisual, literatura sob a ótica do Slam e performance na perspectiva da Ballroom com artistas maranhenses a partir de seus trabalhos desenvolvidos.

DEBATEDORES:  Jozy Negroni /MA, Debs Poeta/MA e Jasf Andrade/BA

MEDIADOR: Renan Inquérito/RJ 


– DIA 30 DE SETEMBRO – SHOWS

LOCAL: Ginásio Charles Moritz no Sesc Deodoro

HORÁRIO: 17h às 22h

17h – Show infantil “Abrakbça” com Renan Inquérito (SP)

18h – Batalhas de MC’s

19h – Show de Nando Preto (MA)

20h – Batalha de All Style

21h – Show de Pantera Black (MA)


AÇÕES PARALELAS

Intervenção de Grafitagem com BNK Graffiti(MA), Origes(MA), Rai (MA) e Telma Lopes (MA)

Movimento das Trancistas

Brechó e artesanato

Dj Astrogildo e Dj da Batalha da Liberdade



Festival Maranhense de Coros reúne mais de 30 gupos de corais


Até o dia 30 de setembro acontece a 43ª edição do Festival Maranhense de Coros, o FEMACO. Organizado pela Pró-reitoria de Extensão e Cultura da Universidade Federal do Maranhão (PROEC-UFMA), o festival conta com programação extensa, com início sempre a partir das 19h. Neste ano,  o encerramento do evento  será no Teatro Napoleão Ewerton - SESC, na Avenida dos Holandeses. Os demais dias de programação ocorrem no auditório do Centro Pedagógico Paulo Freire, no Câmpus da UFMA em São Luís.

Para a programação, que ocorre no auditório do Centro Pedagógico Paulo Freire, entre os dias 27 e 29, estarão disponíveis 500 lugares, que serão ocupados sem necessidade de retirada de ingressos. 

Ao todo, 33 grupos terão a oportunidade de apresentar seus repertórios, que prometem grande variedade musical. O FEMACO reúne grupos de canto coral infantil, infantojuvenil e adulto de São Luís e demais municípios maranhenses, além de vários estados brasileiros, para apresentação ou exibição de recitais e concertos. O festival tem por objetivo estimular e difundir a prática do canto coral e promover o intercâmbio cultural entre a UFMA, os grupos corais participantes e as comunidades locais, regionais e internacionais.

Para a Diretora de Assuntos Culturais da UFMA, Rosélis Barbosa Câmara, “o evento sempre traz alegria e cultura para a nossa cidade, além de promover a integração e a inclusão, na medida que reúne pessoas de todas as idades e de todas as classes sociais para cantar ou aproveitar as apresentações de modo gratuito’’.


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segunda-feira, 25 de setembro de 2023

Circula MinC Cultura Viva acontece nesta segunda, 25, em São Luís

 



O Ministério da Cultura (MinC) realiza nesta segunda, 25, o Circula MinC Cultura Viva em três estados. Desta vez, quem recebe o evento são as cidades de Aracajú (SE), São Luís (MA) e Porto Velho (RO). As oficinas têm como objetivo tirar dúvidas sobre os Editais de Premiação Cultura Viva Sérgio Mamberti e Cultura Viva 2023 - Fomento a Pontões de Cultura que irão investir mais de R$ 61 milhões em todo o país. As inscrições devem ser feitas até o dia 2 de outubro.

"As oficinas permitem que a Secretaria tire todas as dúvidas dos dois editais que estão abertos, desempenhando um papel crucial na democratização do acesso a esses recursos e na disseminação da Política Cultura Viva por todo o Brasil profundo, mobilizando fazedores de cultura e comunidades nesta retomada do Cultura Viva", disse a secretária de Cidadania e Diversidade Cultural, Márcia Rollemberg.

Em São Luís (MA), a oficina será conduzida pela secretária de Cidadania e Diversidade Cultural, Márcia Rollemberg, o coordenador Geral de Articulação da Política Cultura Viva, Rodrigo Dias, e a coordenadora Geral de Promoção das Culturas Populares, Sandra Cipriano. 

Com um investimento total de mais de R$ 61 milhões, os dois editais celebram a diversidade cultural brasileira e reforçam a importância da política de base comunitária. Eles preveem bonificações no processo de seleção para iniciativas que tenham como proponente e/ou público beneficiado: mulheres, pessoas com deficiência, negros, indígenas e população LGBTQIA+. As inscrições estão abertas até o dia 2 de outubro. 

O edital de Premiação Cultura Viva Sérgio Mamberti contempla quatro prêmios distribuídos nas seguintes categorias: culturas indígenas, culturas populares e tradicionais, diversidade cultural e pontos de cultura. Cada prêmio, no valor de 30 mil reais, destina-se a indivíduos, grupos, coletivos e entidades culturais sem fins lucrativos. Quanto ao segundo edital, denominado Cultura Viva 2023 - Fomento a Pontões de Cultura, sua finalidade é estimular e consolidar um compromisso cultural ao longo de um ano com 46 pontões em todo o território brasileiro. Cada pontão representa uma região geográfica, incluindo também pontões temáticos, que ativam essa rede em parceria com estados e municípios.

Esta iniciativa marca uma retomada significativa em direção à diversidade cultural e à inclusão social, com um compromisso renovado de promover a igualdade e dar voz aos grupos marginalizados da sociedade, reconectando o MinC com esses grupos que, ao longo dos últimos anos, foram marginalizados devido à ausência de políticas culturais inclusivas.


 Serviço

São Luís/MA

Data: 25/09 (segunda-feira), às 15h, Editais de Prêmios e de Pontões

Local: Superintendencia do Iphan no Maranhão - Rua do Giz, 235 - Centro - São Luís - MA


 

sexta-feira, 22 de setembro de 2023

Cícero se apresenta a turnê “Concerto 1”, neste sábado (23), em São Luís

                                                                   (Foto: Divulgação)


Em turnê pelo Nordeste, o cantor e compositor Cícero desembarca em São Luís, no próximo sábado (23), com o novo show “Concerto 1”. Em apresentação única, o artista sobe ao palco do Teatro Arthur Azevedo, às 21h.

O projeto é um concerto multiplataforma e multilinguagem que une voz, violão, projeções visuais e um universo de estímulos aos sentidos do público, aproximando as linguagens da música, do teatro e do cinema.

O show traz um apanhado da carreira do artista, reconhecido nacionalmente pelo disco de estreia “Canções de Apartamento”.


Serviço

O que: Cícero em São Luís “Concerto 1”

Data: 23 de setembro (sábado), às 21h

Local: Teatro Arthur Azevedo (Rua do Sol)

Vendas: site Ingresso Digital  e bilheteria do teatro

Link para compra: https://ingressodigital.com/evento/8465/Ccero_em_So_Lus__Turn_2023


Victor Sarro: "A 5ª SÉRIE AINDA VIVE!"

 

(Foto: Divulgação)

A Quinta Série Ainda Vive traz ao palco um Victor Sarro ainda mais ácido e com piadas novas a cada show, interagindo com o público para criar uma experiência sem igual no stand-up comedy. 

Victor Sarro nasceu em São Bernardo do Campo (SP), mas sempre morou em São Paulo, onde descobriu que o que fazia de melhor era os outros rirem. Com isso, veio uma carreira que incluiu desde palhaço até apresentador, roteirista e ator, rendendo colaborações com grandes nomes do entretenimento como Fábio Porchat e Anitta. Além disso, integrou elencos e apresentou programas em diversos canais de televisão.

Onde: No Teatro Arthur Azevedo (Rua do Sol, Centro)

Quando: Domingo, dia 24, às 19h

Quanto: Ingressos entre R$ 35,00 e R$ 90,00

ingressos aqui


Lançamento do 10º livro de Meireles Jr: Jóias da Arquitetura Civil Portuguesa


Ao completar 28 anos de carreira na fotografia o designer e fotógrafo Meireles Jr. lança seu décimo livro, dessa vez tendo como tema as joias da arquitetura civil portuguesa, também conhecida como arquitetura pombalina. Com um total de 135 páginas e 76 fotos, a obra foi viabilizada graças ao patrocínio da Potiguar e do Governo do Maranhão, via Lei Estadual de Incentivo à Cultura. É um verdadeiro passeio no tempo, revelando emoções, estilos e tradições para muita além da arquitetura....

 O livro explica a arte da arquitetura pombalina, estilo arquitetônico que surgiu em Portugal após o terremoto de 1755 que devastou Lisboa, quando o Marques de Pombal (daí o nome) à frente do governo da época, empreendeu esforços para a reconstrução da cidade e implementação de uma série de reformas urbanas que mudaram a cara da capital portuguesa. A Arquitetura Pombalina é uma expressão dessas reformas e representa uma das maiores contribuições da cultura portuguesa para a arquitetura mundial. É um estilo que combina elementos do barroco, do rococó e do neoclássico, criando uma linguagem visual única e muito interessante. As principais características da Arquitetura Pombalina são a simetria, a sobriedade e a funcionalidade. Os edifícios pombalinos são geralmente construídos em pedra ou tijolo, com fachadas lisas e poucos adornos. As janelas são retangulares e as portas são geralmente em arco. Os edifícios eram de alvenaria, com paredes grossas e resistentes, que visavam garantir a segurança e estabilidade das construções.

A obra bilíngue (inglês e português) “Joias da Arquitetura Civil Portuguesa – Casario de São Luís do Maranhão” é também um presente de Meireles Jr. nos 411 anos da capital maranhense, cidade retratada ao lado das portuguesas Lisboa, Porto, Braga, Coimbra, Sintra, Guimarães e Fátima. Meireles Jr. contou com a curadoria e apoio técnico dos professores Dra. Ingrid Gomes Braga e Dra. Margareth Gomes de Figueiredo (UEMA); Ma. Tayana Campos Figueiredo (UNDB) e do Dr. Márcio Augusto Roma Buzar.

 “Como legado dessa obra, quero que fique o apelo à conservação dessa riqueza única que é o Centro Histórico de São Luís” revela o autor.

 Para Lena Brandão, Superintende Regional do IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) “os casarões pombalinos em São Luís são verdadeiros tesouros arquitetônicos que merecem ser preservados e valorizados. Eles são testemunhos da história e representam um legado valioso que deve ser transmitido às futuras gerações”.

Nesta sexta – feira, 22,  às 19h, Meireles Jr. realiza uma noite de autógrafos da obra na sede da Livraria AMEI no São Luís Shopping.

 

Companhia Barrica realizará segunda edição do projeto “Vivência Cultural e Educacional”


A Companhia Barrica do Maranhão dará continuidade, nesta sexta-feira (22), em sua sede, na Casa de Arte Barrica (Madre Deus), ao projeto “Vivência Cultural e Educacional”. Com patrocínio da Equatorial Energia, via Lei Estadual de Incentivo à Cultura, do Governo do Estado, a iniciativa é voltada para o saber das tradições e manifestações culturais a partir dos ciclos festivos juninos, carnavalescos e natalinos.

O projeto é marcado por visitação de alunos de escolas públicas e particulares, sempre às 15h, e aulão de danças juninas e carnavalescas capitaneado por coreógrafos da companhia, às 19h. A primeira parte da programação é uma visita guiada pelas dependências do prédio principal e anexo, ou seja, pelos espaços onde produtores, artistas e colaboradores se debruçam o ano inteiro sobre o trabalho de criação dos espetáculos musicais que se tornaram referências de criatividade no Maranhão e ganharam o mundo em viagens internacionais.

Na Casa de Arte Barrica são produzidas, por exemplo, as indumentárias usadas pelos dançarinos do Boi Barrica, do Bicho Terra e da Natalina da Paixão. É lá, também, onde o corpo de baile ensaia as lindas coreografias para brilhar no São João e no Carnaval. A Casa também é o espaço para apresentações dos espetáculos da companhia e de outras manifestações artísticas e atividades as mais variadas, uma vez que dispõe de amplo salão, palco, arquibancadas, camarotes e lanchonete, além de toda a estrutura de som e iluminação.

Os estudantes fazem uma parada especial para conhecer a exposição “Ponto de Luz”, que retrata a trajetória da Companhia Barrica desde 1985, reunindo mais de 70 elementos, incluindo indumentárias, instrumentos de percussão tradicionais, CDs, DVDs, painéis fotográficos, banners com reportagens sobre espetáculos em diversos países e lembranças (souvenirs) recebidas em viagens nacionais e internacionais.


Aulão

O segundo momento é o aulão de danças juninas e carnavalescas, onde os alunos aprendem as coreografias executadas nas apresentações do Boi Barrica (São João) e Bicho Terra (Carnaval), tudo ao som de uma orquestra de metais. As atividades também são voltadas para avaliação artística de elenco e abertas a pessoas que já pleiteiam participar das temporadas carnavalesca e junina de 2024. As escolas interessadas em participar deverão se inscrever para poderem proceder ao agendamento.

Segundo o diretor artístico da Companhia Barrica, José Pereira Godão, a iniciativa é de extrema importância do ponto de vista da manutenção das tradições culturais maranhenses, uma vez que oportuniza a diversos estudantes um contato direto e substancial com os bastidores da criação artística maranhense.

“Muitos nunca tiveram a oportunidade de visitar a Casa de Arte Barrica e não sabem que é daqui que saem todas as ideias e onde ensaiamos a nossa orquestra, nossos bailarinos e confeccionamos nossa indumentária. É aqui, também, onde guardamos toda a nossa história, desde o princípio. Esse importante projeto, além de tudo, revela a sensibilidade da Equatorial Energia de compreender a dinâmica da tradição cultural, cujo conhecimento deve passar de geração em geração, sendo que isso somente é possível a partir dessas experiências reais de troca de saberes”, destaca José Pereira Godão.

Para o executivo de Comunicação e Marketing da Equatorial Maranhão, Carlos Hubert Cardeal, patrocinar e valorizar a cultura maranhense é de grande importância e representatividade. 

“Acreditamos e valorizamos a cultura maranhense e regional. Por isso, investir neste patrimônio imaterial do estado é muito importante. Ao investir nas nossas manifestações, além de fomentar a cultura local, a Equatorial incentiva a economia, o lazer e o turismo. Assim, é possível promover inclusão, transformação social e desenvolvimento para o Maranhão, enfatizou.


Serviço

O quê: Início da segunda edição do projeto “Vivência Cultural e Educacional”, da Companhia Barrica

Quando: Nesta sexta-feira (22)

Onde: Casa de Arte Barrica (Madre Deus)


Programação

15h – Visitação Escolar

19h – Aulão de danças juninas e carnavalescas com coreógrafos da Cia. Barrica


Link para inscrições de escolas interessadas em agendar participação no projeto: https://forms.gle/oKYDuqEux4V6MiBY8 Endereço do site: ciabarrica.com.br

Arte dos povos indígenas maranhenses ganha exposição no CCVM



Cestos, máscaras, colares, pulseiras, cuias, lanças... a arte dos povos indígenas é conhecida por sua pluralidade de formas, cores e funções. Diferentes grafismos distinguem povos; da natureza são extraídos o jenipapo e o urucum, matérias-primas para tingimentos corporais e de artefatos; troncos viram instrumentos de caça e de música; pequenas miçangas reunidas tecem desenhos que enfeitam e encantam.

Toda essa diversidade estará em cartaz a partir do dia 26 de setembro, com a exposição Maranhão: Terra Indígena, no Centro Cultural Vale Maranhão. Pela primeira vez, os povos indígenas habitantes do estado serão apresentados por meio de suas culturas materiais, cosmovisões, territórios e línguas. Serão abordados rituais, mitos e heranças orais ligados à produção exposta, bem como aspectos da vida cotidiana dos povos originários Awa Guajá, Canela Rankokamekrá, Canela Apanyekrá, Gavião Kykatejê, Gavião Pykopjê, Ka’apor, Guajajara Tenentehar, Tupinambá, Krikati, Tembé, Krepun Katejê, Akroá Gamella, Kreniê, Tremembé, Anapuru Muypurá e Warao.

Grande parte da exposição é composta pelo acervo de produção material indígena do CCVM, reunido durante anos de trabalho e pesquisa e diálogo com os povos indígenas do Maranhão. “Desde muito cedo, entendemos a importância de montar uma coleção que pudesse constituir a exposição que apresentamos agora. A cultura material indígena é riquíssima e transcende em sentido, nos propondo olhar de outra forma para o mundo, repensar nossas agências de produção e vivência do cotidiano, entender melhor o valor do território e a preservação da vida. O objetivo da exposição é banhar o visitante com a beleza das proposições estéticas indígenas, fazer com que compreendamos melhor o que é ser indígena, conferindo profundidade à resistência que os povos mantêm há mais de 500 anos”, explica Gabriel Gutierrez, diretor do Centro Cultural Vale Maranhão e que assina a concepção da exposição.

Para proporcionar ao público essa imersão, a expografia de Maranhão: Terra Indígena traz instalações que reúnem instrumentos musicais, de caça, peças usadas em rituais de luto e festas, redes, cestarias, cuias e uma ala dedicada ao vestuário indígena, com 15 representações de vestimentas utilizadas em diferentes momentos no dia-a-dia nas aldeias e produzidas com tecidos, miçangas e palhas; também compõem o espaço colares, pulseiras, cintos, caneleiras, braceletes e testeiras feitas de miçangas e usadas como adornos para rituais, enfeites do cotidiano ou comercializadas.

Compõem a mostra, também, o acervo do Centro de Pesquisa de História Natural e Arqueologia do Maranhão/CPHNAMA; fotografias de Christian Knepper e da Coleção Fotoetnográfica Carlos Estevão do Museu do Estado de Pernambuco - MEPE; e uma projeção do Mapa Etno-Histórico do Brasil e Regiões Adjacentes do etnólogo Curt Nimuendajú.

Produção audiovisual indígena maranhense é destaque

Uma parte da exposição apresenta cada um dos povos por meio de textos escritos por representantes das etnias ou articuladores de contatos. Para ilustrar o que será lido pelos visitantes, somam-se aos artigos peças de indumentárias, fotografias e curtas-metragens produzidos pelo CCVM, como Elas - as Mulheres Krikati, WYTY: Os Cantos de Resistência Gavião Pykopjê e Os Warao de Upaon-Açu.

Mais cinco documentários de três povos maranhenses - Ka’apor, Awa Guajá e Guajajara – serão exibidos na exposição. Os filmes foram realizados por Guardiões da Memória formados pelo Museu da Pessoa com patrocínio do Instituto Cultural Vale. As obras são fruto do projeto Vidas Indígenas Maranhão, que capacitou jovens dos respectivos povos na linguagem do audiovisual e realizou ações de preservação e divulgação de histórias de vida da comunidade.

Debate sobre a força feminina na luta indígena

A programação contará ainda com a roda de conversa A importância das lideranças femininas na luta indígena, com a presença de Edilena Krikati, Irene Gavião, Cíntia Guajajara, Rosilene Tembé Ka'apor e mediação de Raquel Tremembé.

A conversa acontece às 17h30, antecedendo a abertura da exposição, que está marcada para 19h. Toda a programação é gratuita e aberta ao público.

Maranhão: Terra Indígena fica em cartaz até 17 de fevereiro de 2024. O Centro Cultural Vale Maranhão está localizado na Rua Direita, nº 149, Centro Histórico de São Luís, e é aberto à visitação de terça a sábado, das 10h às 19h.


Serviço

O quê: Abertura da exposição Maranhão: Terra Indígena, com roda de conversa "A importância das lideranças femininas na luta indígena".

Quando: 26 de setembro, às 17h30

Onde: www.ccv-ma.org.br

Sobre o Centro Cultural Vale Maranhão

O Centro Cultural Vale Maranhão é um espaço cultural mantido pelo Instituto Cultural Vale, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com o objetivo de contribuir na democratização do acesso à cultura e valorização das mais diversas manifestações e expressões artísticas da região.


Joãozinho Ribeiro e grande elenco apresentam “Canções de Amor e Paz”


Diariamente somos bombardeados pelo noticiário e pelas redes sociais com notícias desagradáveis. São fartos os casos de desastres (supostamente) naturais, violências de toda ordem e assassinatos, não raro os três se relacionando.

Na contramão disso, temos as artes, para servirem não como alienação, alheamento ou fuga da realidade, mas também para nos ajudar a refletir sobre a quadra histórica que atravessamos.

“O dever do artista é salvar o sonho”, sentenciou o artista plástico italiano Amedeo Modigliani (1884-1920), frase que se tornou um mantra para o poeta e compositor maranhense Joãozinho Ribeiro.

Nesta cruzada quase quixotesca em busca de salvar o sonho, Joãozinho Ribeiro apresenta nesta sexta-feira (22), às 20h, no Teatro Arthur Azevedo (Rua do Sol, Centro), o espetáculo “Canções de Amor e Paz”, reunindo um grande elenco da música e poesia cometidas por estas plagas.

Desfilando um repertório autoral, Joãozinho Ribeiro agrega como convidados/as o Coral Infantil Batucando Esperança, Elisa Lago, Emmanuel Ferraro, Adriana Bosaipo, Anna Cláudia, Fátima Passarinho, Zeca Baleiro – que fará uma participação especial virtual, apresentando uma parceria inédita deles em vídeo –, Ivandro Coelho, Gisele Vasconcelos, Marconi Rezende, Rosa Reis, Leda Nascimento, Elizandra Rocha, Gilson César, Rosa Ewerton, Uimar Junior, Moizes Nobre e Tatiane Soares.

O anfitrião e a constelação que o acompanha terão seus feitos musicais e poéticos emoldurados pelos talentos de Rui Mário (sanfona e direção musical), Arlindo Pipiu (baixo), Hugo Carafunim (trompete), Danilo Santos (saxofone e flauta), Robertinho Chinês (cavaquinho e bandolim), Tiago Fernandes (violão sete cordas) e Marquinhos Carcará (percussão). A produção é de Lena Santos e a direção geral de Joãozinho Ribeiro.

Os ingressos custam R$ 50,00 (R$ 25,00, a meia-entrada para estudantes com carteira e demais casos previstos em lei) e estão à venda na Bilheteria Digital e na bilheteria do Teatro Arthur Azevedo.


Serviço

O quê: show “Canções de Amor e Paz”

Quem: Joãozinho Ribeiro e convidados

Quando: sexta-feira (22), às 20h

Onde: Teatro Arthur Azevedo (Rua do Sol, Centro)

Quanto: R$ 50,00 e 25,00

quarta-feira, 13 de setembro de 2023

Anitta vence prêmio de melhor clipe latino por 'Funk Rave' no VMA 2023

                                                                                Reprodução/Instagram Anitta


A cantora Anitta foi lá e venceu de novo. Pelo segundo ano consecutivo, a cantora levou o troféu da MTV americana, pelo Melhor Videoclipe Latino, do Video Music Awards (VMA), desta vez com  "Funk Rave".  Ano passado, ela levou o prêmio por "Envolver", música que também pôs a carioca no topo global do Spotify.

"Eu não consigo acreditar. Brasil, nós estamos aqui de novo. De novo. Pela segunda vez", disse a cantora, em seu discurso de agradecimento. "Muito obrigada aos meus fãs. Sem vocês, eu não seria nada. Devo a vocês tudo o que tenho".

E ela continou: "Agradeço a mim. Quero agradecer a mim porque trabalhei muito. E mais uma vez, ao funk brasileiro. Vocês estão ouvindo funk brasileiro. Vão ouvir funk no mundo todo agora. Isso é só o começo. O funk brasileiro está aqui para ficar."

Antes da premiação a cantora se apresentou na cerimônia em uma performance que compilou trechos de "Funk Rave", "Casi Casi" e "Used to be", do EP recém-lançado "Funk Generation: A Favela Love Story".

Anitta, a nossa Girl From Rio, entrou para a história ao se tornar a  primeira brasileira a ter dois troféus da cobiçada premiação da música americana. 

Na categoria de  melhor videoclipe latino concorriam ainda Rosalía, Karol G, Bad Bunny, Shakira, 

Eslabon Armado & Peso Pluma.

Parabéns a Anitta e toda a equipe pelo trabalho. 


Taylor Swift leva 9 prêmios

Eleita para a principal categoria do prêmio, como artista do ano, Taylor Swift ainda arrebatou 8 outros prêmios, como: Música do ano, Videoclipe do ano,  Álbum do ano,  Melhor videoclipe de pop, Melhor fotografia, Melhor direção, Melhor efeito visual, Show do Verão, ufa! 

Assim,  a artista igualou o recorde de maior número de estatuetas em uma única noite de VMA e superou as oito vitórias de Lady Gaga, em 2010, e de Beyoncé, em 2016.


Veja lista completa dos vencedores do VMA 2023:

Música do ano

Taylor Swift - “Anti-Hero”


Videoclipe do ano

Taylor Swift - “Anti-Hero”


Artista do ano

Taylor Swift


Artista revelação

Ice Spice


Álbum do ano

Taylor Swift - Midnights


Melhor Parceria

KAROL G & Shakira - “TQG”


Melhor videoclipe de pop

Taylor Swift - “Anti-Hero”


Melhor clipe de Hip Hop

Nicki Minaj - “Super Freaky Girl”


Melhor clipe de Rock

Måneskin - “The Loneliest”


Melhor clipe de música alternativa

Lana Del Rey ft. Jon Batiste - “Candy Necklace”


Melhor clipe de música latina

Anitta - “Funk Rave”


Melhor clipe de R&B

SZA - “Shirt”


Melhor clipe de K-POP

Stray Kids - “S-Class”


Melhor clipe de Afrobeats

Rema & Selena Gomez - “Calm Down”


Clipes para o bem

Dove Cameron - “Breakfast”


Melhor fotografia

Taylor Swift - “Anti-Hero”


Melhor direção

Taylor Swift - “Anti-Hero”


Melhor direção de arte

Doja Cat - “Attention”


Melhor efeito visual

Taylor Swift - “Anti-Hero”


Melhor coreografia

Blackpink - “Pink Venom”


Melhor edição

Olivia Rodrigo - “Vampire”


Push Performance do Ano

Abril 2023: Tomorrow X Together - “Sugar Rush Ride”


Show do verão

Taylor Swift


Grupo do ano

Blackpink


Som do verão

Jung Kook ft. Latto - Seven


Fransoufer apresenta exposição “Maranhão Meu Maranhão”

 


O artista plástico Fransoufer vai apresentar 30 telas inéditas na exposição “Maranhão Meu Maranhão”, que entra em cartaz nesta quarta-feira, 13 de setembro,  no Espaço de Artes Márcia Sandes, na sede da Procuradoria-Geral de Justiça, em São Luís.


Composta de 30 telas inéditas, todas pintadas na técnica acrílica sobre tela, as obras retratam cenas da cultura popular maranhense, sobretudo da Baixada Maranhense, sempre com cores vivas e formas geométricas acentuadas. A mostra fica em cartaz até o dia 30 de setembro, de segunda a sexta-feira, das  9h às 15h.

 

 Com 48 anos de carreira, Fransoufer, que nasceu no município de Bequimão, em 1958, fez a primeira exposição individual com 15 anos. Segundo ele, desde o início foi influenciado pelas manifestações culturais, pela religiosidade e pelas festas populares do Maranhão. “Vivi e vivenciei a verdadeira cultura da Baixada Maranhense, como o bumba-boi, tambor de crioula, cacuriá, pajelanças. Todo esse caldeirão cultural eu retrato nos meus trabalhos”, afirmou.

 

Entre mostras coletivas e individuais, o artista já expôs em vários estados brasileiros e participou do 5º Salão Internacional de Artes Plásticas, na Bélgica, com a obra “Bumba Meu Boi”, exposta de forma permanente no Museu de Arte Moderna de Bruxelas.

 

ABERTURA

Na abertura da exposisção, que ocorreu hoje pela manhã,  o procurador-geral de justiça em exercício, Danilo de Castro, deu as boas-vindas aos participantes da exposição “Maranhão Meu Maranhão” e declarou sua admiração à obra de Fransoufer. “Para nós do Ministério Público, é um orgulho ter em nosso espaço de arte um artista tão destacado e que já levou, com seu talento, até para o exterior as belezas do Maranhão”, ressaltou.

 

Curadora da obra do artista há 22 anos, Silvânia Tamer destacou o estilo e o compromisso do autor com a cultura popular. “Ele coloca em cada tela sua impressão digital, ressaltando uma pincelada firme, com o uso das cores mais vibrantes, inspirando-se sempre nas cenas da infância e do folclore maranhense”.

 

O promotor de justiça Ednarg Marques refletiu sobre a importância da arte na vida social cada vez mais agitada e a preocupação do Ministério Público do Maranhão em valorizá-la. “Quando a nossa instituição fomenta e estimula eventos como este, cumpre o seu papel de garantir direitos fundamentais, como a cultura. A obra de Fransoufer é como um dos poemas mais belos, que faz bem aos olhos, encanta os ouvidos e acalma a nossa alma”.

 

DISPOSITIVO DE HONRA

 

Além do procurador-geral de justiça em exercício, compuseram o dispositivo de honra da solenidade a corregedora-geral do MPMA, Themis Pacheco de Carvalho; a subprocuradora-geral para Assuntos Administrativos, Regina Leite; o diretor da Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag), Ednarg Marques; o diretor da Secretaria para Assuntos Institucionais (Secinst), José Márcio Maia Alves; a administradora e o curador do Centro Cultural e Administrativo do MPMA, Dulce Serra e Francisco Colombo, respectivamente.

 

Também compuseram o dispositivo o artista plástico Fransoufer, a curadora e a coordenadora-geral da exposição, Silvânia Tamer, e Lena Santos.

 

As obras retratam a religiosidade, a cultura popular e o povo do Maranhão nas telas produzidas com cores vibrantes e traços geométricos. 


 

SERVIÇO

O quê: exposição “Maranhão Meu Maranhão”

Lançamento: 13 de setembro

Quando: visitação gratuita de 14 a 30 de setembro, das 9 às 15h (segunda a sexta-feira)

Onde: Procuradoria-Geral de Justiça (Avenida Carlos Cunha, 3.261, Calhau, São Luís-MA) 

Globetrotter maranhense inaugura exposição de fotografias “Andanças pelo mundo”.


Amanhã, dia 14, será inaugurada a exposição de fotografia “Andanças pelo mundo” do Engenheiro Agrônomo, globetrotter e escritor Luiz Thadeu Nunes e Silva, no Mirante da Cidade.

A exposição itinerante de fotografias, já esteve no aeroporto Marechal Cunha Machado. Quando Luiz Thadeu chegou a 130 países visitados, recebeu da INFRAERO, então administradora do aeroporto, a permissão para a colação de uma placa na entrada do seu portão de saída para mundo. Luiz Thadeu é o único brasileiro que tem uma placa em um aeroporto brasileiro, contando sua história de viajante. Além de ter seu nome no Livro dos Recordes.

Ao atingir 140 visitados, o maranhense Luiz Thadeu, foi homenageado pelos Correios com um selo comemorativo, e a exposição de fotografia foi na Biblioteca Pública Benedito Leite, na praça Deodoro, no centro de São Luís.

Agora, quando o globetrotter chegou a 151 países visitados em todos os continentes da terra, a exposição “Andanças pelo mundo” chega ao 10° andar do antigo prédio do Banco do Estado do Maranhão, o BEM, na rua do Egito.

Com 42 fotografias de diferentes países, em todos os continentes, além de matérias de diferentes jornais, Luiz Thadeu, após sofrer um grave acidente de carro em 2003, mostra que ao se adaptar às muletas, saiu pelo mundo e não parou mais. Como ele mesmo diz, “Não há um só lugar no mundo que eu não vá”. As imagens mostram ele nos mais longínquo lugares, revelando a disposição deste maranhense que já nasceu com alma de andarilho. As fotografias o mostram no início do mundo, em Barrow, no Alasca, em uma placa que diz: “Topo do mundo”; no Equador, o meio do mundo, latitude o; e em Ushuaia, na Patagônia Argentina, “Fim do mundo”.



O Mirante da Cidade fez um ano de sua inauguração agora em setembro, sendo aberto ao público, através de agendamento via internet, de quinta a domingo, das 15:00 às 18:00 h.
Autor do livro “Das muletas fiz asas” e membro do IHGM, Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão, o escritor Luiz Thadeu, segue contando histórias.

Vale a pena uma visita ao Mirante da Cidade; além de assistir um belo pôr do sol e ver os telhados do nosso rico e belo casario do Centro Histórico, você viajará pelo mundo pelas fotografias do escritor e globetrotter Luiz Thadeu.

Centro Cultural Vale Maranhão e Casa da Cultura de Canaã dos Carajás lançam edital de apoio à cultura popular



 

Duas casas de cultura mantidas pelo Instituto Cultural Vale lançaram esta semana o Edital Apoia. O Centro Cultural Vale Maranhão e a Casa da Cultura de Canaã dos Carajás, no Pará, destinarão um total de R$ 800 mil, exclusivamente, a projetos de profissionais da cultura popular dos respectivos estados onde estão inseridos. Cada um dos espaços destinará R$ 400 mil com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

 

No Maranhão, o Edital Apoia entra em sua quarta edição e já beneficiou 171 projetos, entre espaços culturais, grupos de Bumba Meu Boi e Tambor de Crioula, mestres e mestras, escolas de samba, artesãos e comunidades quilombolas. A origem da cultura se dá nas diversas comunidades brasileiras, em diferentes expressões e linguagens. São danças, festejos, ritos, devoções, artesanatos que exprimem o que é conhecimento popular. No CCVM trabalhamos com foco em proporcionar cada vez mais espaços de apoio e visibilidade a estes detentores de sabedorias seculares primordiais para repensarmos a sociedade, destaca o diretor do Centro Cultural Vale Maranhão, Gabriel Gutierrez.

 

O edital selecionará propostas em diversas linguagens artísticas, como artes visuais, música, dança, festejos e celebraçõesO Edital Apoia ao longo dos anos vem se consolidando como uma iniciativa de valorização do patrimônio cultural da região amazônica. Ao reconhecer e premiar os grupos, fazedores de cultura e artistas que promovem as manifestações populares no território, contribui para que a diversidade de expressões e linguagens artísticas se mantenham presentes entre as comunidades, reforça Randy Rodrigues, diretor da Casa da Cultura de Canaã dos Carajás, que realiza o Apoia pela terceira vez.

 

Serão 40 projetos premiados com o valor de R$ 10 mil, cada, por estado. O processo de seleção será feito por um comitê técnico composto por profissionais especialistas do Instituto Cultural Vale e por consultores externos locais e nacionais. As inscrições poderão ser feitas entre os dias 11 de setembro e 15 de outubro nos sites do CCVM – www.ccv-ma.org.br e da CCCC - www.casadaculturacanaa.com.br.

 

Teatro, dança e poesia com Hélio Martins



O ator e bailarino Hélio Martins está de volta aos palcos de São Luís com o espetáculo, ”Lendas, ritmos e a poesia da Ilha de São Luís” onde o artista faz um mergulho profundo, por meio da dança e do teatro na poesia de 12 grandes escritores maranhenses como: Bandeira Tribuzi, Zé Maria Medeiros, Fernando Abreu, Luís Carlos Alvin, Cinthia Martins, Brisa Rebouças, Lúcia Santos, Sandro Fortes, Kátia Dias, Paulinho Nó Cego, e Joãozinho Ribeiro.

Na nova montagem, que será apresentada nesta sexta-feira (15) e sábado (16), às 19h30, no Teatro da Cidade, na Rua do Egito, Centro de São Luís, Hélio Martins é acompanhado pelo músico e percussionista, Fernando Castro e pelo iluminador João índio, que integram o espetáculo desde a primeira edição. Em cena, o multiartista também faz um passeio performático pelas lendas e estórias de encantaria do imaginário popular da Ilha do Amor, entre elas, a “Lenda da Serpente”, a “Lenda da Praia do Olho d´água” e da “Velha que vira porco”. 

Segundo Hélio Martins, o retorno de ”Lendas, ritmos e a poesia da Ilha de São Luís”, marca o início das comemorações de seus 40 anos de vida artística na dança e no teatro maranhense que serão celebrados em 2024. “Hoje eu me considero um artista mais maduro e bem mais consciente. E quero fazer deste espetáculo uma tribuna da nossa cultura popular e fazer um alerta sobre a situação dos biomas ecológico do planeta que estão ameaçados como nossas matas e rios e de algumas etnias dos povos originários do Maranhão que estão sob o risco de serem extintas. Eu já vinha fazendo isso de uma forma tímida, mas neste espetáculo essa proposta está mais presente. Não enxergar os povos indígenas brasileiro que já estavam aqui antes do europeu chegar é muita falta de responsabilidade”, disse Hélio Martins.

Nesta edição, o artista divide o palco com a bailarina, Karina Rubi que faz parte da nova geração da dança maranhense e com Silvio Freitas bailarino e coreógrafo contemporâneo de Hélio Martins quando trabalharam juntos no Teatro Arthur Azevedo, na gestão do diretor carioca Fernando Bicudo. “Com Karina Rubi eu faço um solo chama-se “Iarrê!” com que eu fiz nos anos de 1980 com o bailarino e coreógrafo Cléo Júnior. E com Silvo Freitas que é músico, cantor e bailarino estamos fazendo um pas de deux do “Touro Encantado da Praia dos Lençóis” pertencente da “Lenda do Rei Dom Sebastião”, onde também faço um alerta de salvamento sobre as praias brasileiras que em sua maioria estão poluídas”, explicou o bailarino.

Hélio Martins também apresento o número da “Lenda da Serpente de São Luís”, que conforme a estória, a barriga do animal estaria na Igreja do Carmo, a cauda na igreja de São Pantaleão e a cabeça na Fonte do Ribeirão, importante ponto turístico da cidade. De acordo com a lenda, a serpente vem crescendo ao decorrer dos séculos e, quando a cabeça encontrar a cauda, o animal despertará e destruirá a Ilha de São Luís.

“Eu quero que serpente coloque na cabeça de quem não tem consciência ambiental mais conscientização sobre como está o nosso planeta Terra. Sem a Mãe Natureza a gente morre”, ressaltou o artista. 

Sobre o que o público pode esperar, Hélio Martins afirma que este é um espetáculo feito por um artista que sempre foi um apaixonado pela dança e cultura maranhense desde os 16 anos e que quer fazer o seu melhor para uma plateia que sempre lhe respeitou muito.


SOBRE O ARTISTA

Hélio Martins, é um talentoso ator e bailarino que encanta o universo da dança em São Luís desde o final dos anos 80. Com mais de 30 anos de carreira, Hélio acumula grandes momentos e intensas passagens pelo Teatro Laborarte e Ballet Olinda Saul no Maranhão. Além disso, ele também estudou no tradicional Curso Tablado e no CAL de Laranjeiras, ambos no Rio de Janeiro - RJ. Hélio Martins irá compartilhar sua arte e sua paixão pela dança em um espetáculo que promete encantar a todos. 


FICHA TÉCNICA DO ESPETÁCULO

Elenco: Hélio Martins, Silvio Freitas, Kalina Rubi,

Músico: Fernando Castro

Luz: João Índio

Figurino: Cacau de Aquino e Joice Oka

Produção e Direção: Claudia Matos

Preparação Técnica: Olinda Saul

Preparação de voz: Gustavo Correa

Maquiagem: Marcelo Nascimento


SERVIÇO:

O quê: ”Lendas, ritmos e a poesia da Ilha de São Luís”

Quando: Sexta-feira (15) e sábado (16), às 19h30

Onde: No Teatro da Cidade, na Rua do Egito, Centro de São Luís

Quanto: R$ 30,00