quinta-feira, 17 de agosto de 2017

As Brasileirinhas apresentam Projeto Samba de Rosa


Nesta sexta-feira (18), o Grupo As Brasileirinhas, primeiro grupo de Samba feminino do Brasil, fará apresentação no Espaço FunFarra, Chácara Brasil, Turu. E nesta mesma noite, As Brasileirinhas irão participar da gravação do Programa Repórter Maranhão da TV Brasil. A gravação fará parte de um documentário sobre os 25 Anos das sambistas. O programa Repórter Maranhão da TV Brasil vai ao ar semanalmente às 12h30.

O grupo As Brasileirinhas foi fundado em 1992 em São Luís do Maranhão por Rose Carrenho que já tinha uma experiência de Bloco tradicional feminino no município de Barra do Corda. Hoje com 25 anos de carreira com a amiga Helô Santana, que também vêm da primeira formação do grupo, estão com o Projeto Samba de Rosa, que traz o trabalho do grupo de volta aos barzinhos da cidade. Atualmente, o projeto está em temporada todas as sextas, a partir das 20h00 no Espaço Funfarra, Turu.

A formação atual conta com Helô Santana, Rose Carrenho Noely Moura Lia do Cavaco E em alguns trabalhos Eline Cunha.

As Brasileirinhas também farão neste domingo (20), apresentação no Athenas Bar, no Turu e na próxima quinta-feira (24), farão um especial cantando a “Marron”, na Quinta Cultural, no Boteco Samba, Cerveja e Futebol, Recanto Vinhais.

Projeto 25 Anos – Em comemoração aos 25 Anos do grupo, As Brasileirinhas têm como projeto um grande show, com previsão para outubro deste ano, além da gravação do DVD dos 25 Anos de carreira e a continuação do Projeto Samba de Rosa ano 2.

Homenagem ao centenário de nascimento do escritor Josué Montello


A Casa de Cultura Josué Montello na Rua das Hortas em São Luís vai sediar de 21 a 25 de agosto a VII Semana Montelliana, que esse ano será mais especial, pois é parte da programação alusiva ao Centenário de Nascimento de Josué Montello.

O evento conta com apoio cultural da Cemar, e é de suma relevância para que as novas gerações de estudantes, universitários, escritores e professores de Letras conheçam mais de perto a obra e o legado daquele que é um dos maiores escritores brasileiros de todos os tempos, o maranhense Josué Montello, e que se vivo estivesse, completaria 100 anos.

Jornalista, professor, romancista, cronista, ensaísta, historiador, orador teatrólogo e memorialista, Josué Montello  nasceu em São Luis em 21 de agosto de 1917. Do Maranhão levou as raízes e suas grandes referências; mas foi um cidadão e um escritor do mundo. Residiu no Rio de Janeiro e passou temporadas como convidado em países como Espanha, Portugal e Perú e na França. Foi Embaixador do Brasil  junto à UNESCO em Paris e o segundo mais jovem imortal da Academia Brasileira de Letras (ocupou a cadeira de número 29, fundada por Arthur Azevedo e que tem como patrono Martins Pena). Foi membro da Academia Maranhense de Letras desde 1948 e sócio honorário do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão.

Como ele próprio gostava de resumir sua brilhante trajetória, Josué Montello se considerava, acima de tudo, um homem das letras e disse uma vez que: "tudo o que fiz, consegui realmente debruçado sobre o papel".  Seu legado literário é dos mais importantes e respeitados, e que soma mais de 160 obras em vários gêneros  - romances, ensaios, crônicas, história, discursos, analogias, educação, novelas, teatro, biblioteconomia, literatura infantil e juvenil, memórias, prefácios, edições para cegos e cinema. É considerado um clássico de nossa literatura, com muitos livros traduzidos no exterior, bem como versões cinematográficas de duas de suas novelas. Falecido em março de 2006, Josué Montello será revisitado e homenageado como merece de 21 a 25.08; e tendo como palco a Casa de Cultura Josué Montello na Rua das Hortas, local que abriga grande parte do acervo do escritor.

A solenidade de abertura da VII Semana Montelliana / Centenário de Nascimento de Josué Montello se dará nessa segunda (21.08) às 17h, com a palestra magna "Por Quem Tocam os Tambores de São Luís", a ser proferida pelo ilustre imortal da Academia Brasileira de Letras e amigo pessoal  de Montello, Arnaldo Niskier (RJ). Exposições fotográficas, lançamento de livros, cordel e teatro, visitas guiadas, e outras palestras alusivas à obra desse grande escritor completam a programação diária da Semana Montelliana, com atividades diárias pela manhã e pela tarde, na Casa de Cultura Josué Montello até a sexta - feira (25.08). Os palestrantes convidados que falarão sobre o autor são os escritores: Aldy Mello de Araújo, Reginaldo de Jesus (SE), José Neres e Manoel Santos Neto.

Toda a programação da VII Semana Montelliana é gratuita e aberta ao público interessado, sem necessidade de inscrição.

10 anos de Maranhão na Tela


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Cena de Mutum, de Sandra Kogut

O festival celebra sua primeira década em dez dias de programação, de 16 a 26 de agosto, no Centro de Criatividade Odylo Costa, filho e no Centro Cultural Vale Maranhão, em São Luís, com a presença de dez cineastas brasileiros homenageados pelo evento

Sandra Kogut, Lírio Ferreira, Lúcia Murat, Rosemberg Filho, Bruno Sáfadi, Marcelo Gomes, Gabriel Mascaro, Cavi Borges, José Jofily e o maranhense Joaquim Haickel formam o grupo dos realizadores homenageados com presença confirmada na edição especial de dez anos do MARANHÃO NA TELA. Cada um deles terá três de seus filmes exibidos na programação.
Também têm presença confirmada alguns convidados especiais, entre os quais Júlio Machado (protagonista de Joaquim, de Marcelo Gomes), Jorge Itapuã Beira Mar (diretor), Carol Benjamim (produtora e roteirista), Patrícia Nidermeier (atriz), Christian Caselli (diretor e produtor), Nizo Neto (ator) e Clara Averbuck, que ministrará uma oficina de criação literária.
Como nos anos anteriores, o MARANHÃO NA TELA 10 ANOS exibe as tradicionais mostras do Panorama Doc Brasil, com quatro documentários; a Mostra Maranhão de Cinema, com mais de 50 filmes, a Animart, com centenas de animações de dezenas de países, além da etapa formativa, com oficinas e cursos sobre diversos ofícios ligados à arte cinematográfica, e o Cine Café. Os filmes dos homenageados serão exibidos no Cine Praia Grande e as demais mostras, no Teatro Alcione Nazaré. 
A realizadora do evento, Mavi Simão, assina a curadoria geral ao lado do jornalista e produtor Breno Lira Gomes. "São dez anos de atividade comemorados num excelente momento do nosso cinema e para participar dessa festa estamos reunindo grandes realizadores e filmes que fazem parte da história do MARANHÃO NA TELA", afirma Mavi Simão.
A identidade visual do festival é assinada pela designer Amanda Simões a partir da obra Tudo para Ti, criação do artista plástico maranhense Naldo Saori, criada especialmente para esse momento de celebração.
Exibição e formação
A Mostra Maranhão de Cinema, única categoria competitiva e destinada exclusivamente à produção cinematográfica local, reunirá 53 filmes, entre eles cinco longas, fora a categoria videoclipe, outra novidade dessa edição. O panorama de filmes locais se completa com uma curadoria de filmes de Joaquim Haickel, maranhense que integra o time dos dez homenageados.
“O Maranhão na Tela é muito importante, não só por mostrar os trabalhos realizados pelos nossos e por outros cineastas, mas principalmente por proporcionar a realização de cursos e oficinas que possam aperfeiçoar o aprendizado das novas gerações”, afirma Haickel.
O festival, referência no cinema estadual, teve sua primeira edição em 2007 e é pioneiro no Maranhão a incluir oficinas de capacitação nesse tipo de evento. Neste ano essa maratona está sendo realizada em parceria com a Secretaria de Ciência e Tecnologia, por meio do IEMA – Instituto de Educação do Maranhão, que certificará todas as oficinas.
O MARANHÃO NA TELA 10 ANOS é uma realização da Mil Ciclos Filmes,com patrocínio da OI e da TVN, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, e do Banco do Nordeste, pela Lei Rouanet. O festival tem apoio cultural do Instituto Oi Futuro e das secretarias estaduais de Educação e de Ciência e Tecnologia.

Serviço
De 16 a 26 de agosto
Centro de Criatividade Odylo Costa, filho (Rua da Feira Praia Grande, 162 – Centro)
Centro Cultural Vale Maranhão (Avenida Henrique Leal [Rua Direita], 149, Praia Grande)

Programação de 17.08 (quinta–feira)
CINE PRAIA GRANDE
14h30 MASTERCLASS •  Joaquim Haickel
16h30 MOSTRA HOMENAGEM • Sessão Joaquim Haickel Diretor
 REDENÇÃO, 15’, Neville D’Almeida e Joaquim Haickel, 2016 + PELO OUVIDO, 20’, Joaquim Haickel, 2008 + PADRE
NOSSO, 5’, Joaquim Haickel e Arturo Saboia, 2007 + THE BEST FRIEND, O AMIGÃO, 7’, João Ubaldo de Moraes e
Joaquim Haickel, 1984 + JOCA E A ESTRELA, 9’, Joaquim Haickel, 2016 + A PONTE, 8’, Joaquim Haickel, 2011 +
UPAON-AÇÚ, SAINT LOUIS, SÃO LUÍS, 12’, Joaquim Haickel, 2012.
18h30 MOSTRA HOMENAGEM • Sessão Joaquim Haickel Produtor
 ODYLO COSTA, FILHO - A CASA ABERTA, 33’, Beto Matuck, 2010 + CLAUDIO COSTA, 26’, Beto Matuck, 2015 + NÃO É
PERMITIDO SAIR COM FLORES, 10’, Leandro Guterres, 2017.

T E A T R O A L C I O N E N A Z A R E T H
9h30 ANIM!ARTE • Sessão 1 - Estudantes Internacionais Maxi
15h30 ANIM!ARTE • Sessão 1 - Estudantes Brasileiros Mini

GALERIA VALDELINO CÉCIO (ODYLO)
18h CINE CAFÉ ESPECIAL • Filme de Abertura - “MEXEU COM UMA MEXEU COM TODAS”
20h CINE CAFÉ • Homenageado: Joaquim Haickel
ESPAÇO CHÃO – RUA DO GIZ
22h30 MOSTRA MARANHÃO DE CINEMA • Competitiva Videoclipes
 Programa 1 - 45’ MY MIND CAN FLY AWAY – BANDA RAJA, 3’34’’, Ben Hur Real, Markim Araújo, Nadia Biondo,
Nairon Botão, 2016 + ANOTHER SIN - BOYS BAD NEWS, 5’40’’, Arthur Costa e Marcelo Cunha, 2015 + BAGAÇA
– BRUNO BATISTA, 4’42’’, Arturo Saboia, 2016 + PONTEIRO – CATCH A FIRE, 3’27’’, Jonas Pires, 2017 + SPRAY DE
PIMENTA – COLETIVO GOROROBA, 3’40’’, Ramúsyo Brasil, 2012 + LATINOAMERICANO - CRIOLINA, 3’35’’, Tatiana
Natsu e Diego Carvalho Sá, 2015 + HOMENS AO MAR – DESDEMONA ETC, 6’41’’, Ben Hur Real e Freela Conteúdo,
2017 + REFRCTOR - PE.ACE, 4’12’’, Dinho Araújo, Diones Caldas, Ruan Paz, 2016 + BRUXA – GALLO AZHUU, 6’28’’,
Inácio Araújo e Leide Ana Caldas, 2016 + SAMBA DE ESQUECER, 3’, Manlio Macchiavello, 2014

CINE RAMPA
18h15 ANIM!ARTE • Sessão 1 - Estudantes Internacionais Maxi
19h30 ANIM!ARTE • Sessão 1 - Profissionais Cultura do Mundo
CENTRO CULTURAL VALE MARANHÃO – SALA 1
14h30 OFICINA VIDEO DE CAPOEIRA - Jorge Itapuã
CENTRO CULTURAL VALE MARANHÃO – SALA 2
9h OFICINA ESCRITA CRIATIVA PARA MULHERES - Clara Averbuck
15h ANIM!ARTE • Sessão 4 - Profissionais Filme Ambiental

Prêmio a Mestres e Mestras ajuda a preservar a história e a cultura do Maranhão


Nomes de destaques da cultura e da arte maranhenses que serão reconhecidos durante a premiação de Mestres e Mestras da Cultura Popular e Tradicional, nesta quinta-feira (17), dizem que a iniciativa ajuda a preservar e valorizar a história e a arte maranhenses. A iniciativa é do Governo do Maranhão. A cerimônia será no Convento das Mercês, em São Luís, com a presença do governador Flávio Dino, a partir das 19h.

A ideia é condecorar nomes da história de nossa terra e reconhecer o valor dos homenageados, que são detentores de conhecimentos e expressões culturais populares e tradicionais que ajudam a preservar a história maranhense.

Entre os premiados, está o artista popular Antônio José da Conceição Ramos, mais conhecido como Mestre Patinho, um dos referenciais da capoeira no estado, que faleceu em junho deste ano.  A homenagem será feita pelas mãos de sua companheira, Erlene Gonçalves do Nascimento, que viveu com o Mestre por mais de 15 anos, período em que tiveram duas filhas. Patinho também deixou um herdeiro primogênito, Zeno Alhadef.

Mestre Patinho era formado em Educação Física pela Universidade Federal do Maranhão (Ufma), mestre de capoeira, atleta de judô, karatê e jiu jitsu, bailarino clássico e especialista em ginástica olímpica. O artista com alma de atleta criou a primeira Escola de Capoeira do Maranhão, no Laborarte, mas lutava pela legalização do Centro Cultural Mestre Patinho, criado desde 2000, na Rua São Pantaleão.

“A premiação é uma coisa que nos deixa muito feliz, marca o reconhecimento dele como verdadeiro mestre. Ele é merecedor desse prêmio. Apesar de ele não estar mais aqui, entre a gente, o prêmio vem consolidar anos de trabalho desenvolvido pelo Mestre”, diz Erlene Gonçalves.

“Ele se empenhava em todas as manifestações culturais, esportistas, passando pela dança, entre outras atividades que ele gostava. Com isso, ele criou o Centro Cultural Mestre Patinho em 2000 e prospectou muitas atividades para o espaço que, agora, nós ficamos incumbidos de levar à frente a vida e a obra desse artista. A gente leva adiante o que ele deixou, através de estudos coletivos, com uma eterna busca do aprendizado”, lembra Erlene. Ela ressalta, ainda, a generosidade de Mestre Patinho, ao compartilhar o seu conhecimento.

Amor à primeira vista
Mestre Patinho teve uma espécie de amor à primeira vista com a capoeira. As primeiras aulas foram com Jessé Lobão e depois com Roberval Serejo, nomes de referência na época. No final da década de 60, conheceu aquele que viria a ser seu grande mestre nessa arte, o baiano Mestre Sapo. Em 1985, fundou a Escola de Capoeira do Laborarte e, em 1992, o Festival de Cânticos da Capoeira para evidenciar a musicalidade como um dos principais fundamentos da capoeira. No início da década 90, Mestre Patinho foi reconhecido publicamente como descendente da linhagem do Mestre Canjiquinha.

O artista, ainda no início de suas atividades no Laborarte, colocou-se diante de um grande desafio, que era o de quebrar o estigma da capoeira vista apenas como uma luta de tendências violentas. Para tanto, ainda no final da década de 80, criou a roda aberta a capoeiristas de outros grupos, que existe até hoje.

Incentivo ao conhecimento
O reconhecimento prestado a Mestre Patinho chega a dezenas de maranhenses que, assim como ele, desenvolveram a cultura popular e tradicional no estado. É o caso de Antonio Ribeiro, conhecido no meio artístico como Tonico (foto abaixo), de 80 anos, desde 1968 no Boi da Fé em Deus, sotaque de zabumba, onde ocupa o cargo de presidente.

Ele também será contemplado com a premiação por estar à frente do boi de promessa. “Eu não tenho ideia de quantas pessoas já passaram pelo boi, mas acredito que mais de 100 já passaram pelo meu domínio, onde eu passei meus conhecimentos, como tocar zabumba, pandeiro, brincar debaixo do boi e cantar”, comenta.

Seu Tonico diz que se sente valorizado com o recebimento da premiação. “Eu me sinto feliz por acreditar que o trabalho que fiz e faço foi enxergado por alguém. Eu me sinto satisfeito por isso. Esse prêmio incentiva a transferência dos nossos conhecimentos culturais para outras gerações. Já dei aula de tambor de crioula, oficinas de bordados, de pandeiros, tambor, entre outras coisas. O boi é a paixão da minha vida, nunca mais eu brinquei em outro boi. É tudo na minha vida”, complementa.

O prêmio
O prêmio está divido em dez categorias: Bumba meu Boi, Tambor de Crioula, Capoeira, Festas Religiosas Tradicionais, Danças Populares, Blocos Tradicionais, Artesanato Tradicional, Música Popular Maranhense, Culinária Tradicional e Griôs/Povos Tradicionais de Terreiro. Os dez candidatos vencedores receberão diploma de reconhecimento e premiação no valor de R$ 20 mil.

Puderam se inscrever no edital candidatos de grande experiência e conhecimento dos saberes e fazeres populares, dedicados às expressões culturais populares maranhenses, com reconhecimento da comunidade onde vivem e atuam, com longa permanência na atividade e capacidade de transmissão dos conhecimentos artísticos e culturais.

Entre os ganhadores estão mestres e mestras dos municípios de São Luís, Icatu, Amarante do Maranhão, Axixá, Alcântara, Bacabal e Caxias.

Premiados e categorias
Antônio Ribeiro (Seu Tonico) – Bumba-meu-boi
José Tomás dos Santos ( Zequinha de Militão) – Tambor de Crioula
Antônio José da Conceição Ramos (Mestre Patinho)  – Capoeira
Vicente Ramu’i Guajajara – Festas Religiosas Tradicionais – Festa do Mel
José Carlos Leite – Danças Populares Maranhenses
Waldete Moraes Corrêa (Cabeça Branca) – Bloco Tradicional
Neide de Jesus – Artesanato Tradicional Maranhense
Maria do Socorro Silva (Patativa) – Música Popular Maranhense
Maria de Nazareth do Nascimento Souza (Mestra Nazinha) – Culinária Tradicional Maranhense
Maria Madalena Carvalho (Mãe Madalena) – Griôs de Comunidades Tradicionais de Matriz Africana – Povos de Terreiro

Te orienta, estudante!

Neste final de semana, dias 19 e 20, o Senac participará do “Te orienta, estudante!”, feira que visa estimular a aprendizagem e o desenvolvimento de alunos do ensino médio, vestibulandos, universitários e profissionais recém-formados. Lá, encontrarão informações sobre universidades, graduação, pós-graduação, intercâmbios culturais, cursos de idiomas, concursos públicos, orientações sobre carreiras e mercado de trabalho.

Além do stand onde apresentará seu portfólio de cursos e exibirá animações e produções de trabalhos feitos com softwares, o Senac promoverá um aulão com dicas de redação para o Enem e uma aula-show com técnicas de maquiagem social.

O evento tem entrada gratuita para quem deseja ter acesso à feira e às aulas que acontecerão no palco, já para receber certificado com carga horária de 20h e para participar dos sorteios de bolsas de estudos e cursos, o interessado precisa pagar uma taxa. Para se inscrever basta acessar o site: http://www.teorientaestudante.com.br/ .

Lançamento do livro João, o menino cantador

Nesta sexta-feira, 18,  acontecerá, na Maple Bear São Luís, o lançamento do livro “João, o menino cantador”, que conta a história de João do Vale, artista maranhense que compôs vários clássicos da música popular brasileira, entre eles Carcará, Pisa na Fulô, Na Asa do Vento e De São Luís a Teresina.

Como parte do lançamento, antes do momento dos autógrafos, haverá um bate-papo da autora do livro, Andréa Oliveira, com os alunos do Year 6 e 7 (6º e 7º anos), que estão estudando o tema Lendas, na disciplina de Português.Andréa Oliveira vai falar sobre o processo de criação do livro e em seguida os alunos irão fazer perguntas sobre João do Vale.

Do garoto do interior que vendia doces ao artista reconhecido como maranhense do século 20 no ano 2000, a trajetória do compositor é apresentada em prosa e nos versos das canções de João que embalam a narrativa. Nas 36 páginas do livro estão estampadas as nove imagens criadas por Fernando Mendonça especialmente para o projeto. “A presença dele estava no livro antes de ele aceitar participar. O João, menino que escrevi, só poderia existir de fato nas cores e formas do Fernando”, diz a autora.

Foi contando histórias para os filhos, Pedro e Clarisse, que Andréa começou a pensar em escrever para crianças. Ela afirma que seu projeto de jornalismo literário infantil se baseia na tentativa de equilibrar dois direitos básicos da criança: o direito à verdade e o direito à fantasia. “Quis contar uma história verdadeira sem perder de vista a imaginação que habita o universo infantil, usando o recurso do ‘era uma vez’. Com o João do Vale o resultado dessa experiência foi além porque pude pegar emprestadas a música e a poesia da vida e da obra dele.”

Serviço
O QUÊ? Lançamento e bate-papo com alunos sobre o livro:
QUANDO? Amanhã (18/08), a partir das 11h
ONDE? Maple Bear São Luís ( Avenida do Vale, Renascença 2)

Fonte:Assessoria de Comunicação e Gestão do Grupo Crescimento

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Grupo Luarte apresenta espetáculo "Garçom" no Cine Teatro da Cidade


O grupo teatral Luarte apresenta o espetáculo "Garçom - Eu preciso de férias" nesta terça-feira (15), às 19h, no Cine Teatro de São Luís, equipamento municipal de cultura. A classificação indicativa é de 12 anos.

A comédia acontece em volta da cena de um suposto crime. Uma mulher movida a ciúmes está determinada a matar o marido em um bar. Seria trágico se os atores envolvidos não fossem tão atrapalhados e de egos inflados. A proposta é apresentar o teatro metalinguístico, através de um tema simples, expondo no palco a figura dos atores, das personagens e dos elementos que compõem a cena.

O espetáculo foi aprovado no programa Pauta Social, em que o Cine Teatro cede espaço gratuitamente para a realização de espetáculos. Os interessados encaminham ofício por e-mail ou pessoalmente, solicitando a inclusão no programa, e se comprometem em fornecer como contrapartida material de escritório ou de limpeza.