segunda-feira, 24 de abril de 2017

SescTV exibe novos curtas-metragens da série Cinema de Rua, dirigida por Kiko Santos


Com linguagem poética e narrativas contemplativas, 11 novos curtas-metragens, da série Cinema de Rua, sugerem novas formas de ver a metrópole e revelam o comportamento das pessoas que por ela transitam. As produções inéditas foram gravadas nas cidades de São Paulo, Berlim, na Alemanha, Mançura, no Egito, e na região da Patagônia argentina, e estreiam no SescTVno dia 27/4, quinta, às 21h, com direção de Kiko Santos. Posteriormente, os filmes serão exibidos separadamente nos intervalos da programação do canal (Assista também em sesctv.org.br/avivo).

O curta Contra Plongée, que abre a seleção, foi filmado com uma pequena câmera instalada no chão de diferentes locais da cidade de São Paulo, captando, em contra-plongée, ou seja, de baixo para cima, o movimento da cidade. Na produção seguinte,Fotogramas, a câmera foca em detalhes urbanos, como pinturas em muros; alguém digitando ao celular dentro de um ônibus; um mendigo que compartilha o mesmo espaço onde há um cartaz que pede para espalhar amor; e crianças brincando emplayground.

O curta O Que Faz Girar tem na narrativa a troca de olhares entre uma jovem, que está dentro de um trem na estação, e um rapaz que está na plataforma. Logo depois, Hipertermia registra um dia de temperatura alta em uma grande cidade, chegando a 38º, e as diferentes formas das pessoas se protegerem, ou não, do calor. Já SP 462, editado em câmera rápida, presta homenagem ao 462º aniversário da cidade de São Paulo, que vive em constante agitação. O filme mostra o dia a dia da metrópole, com seus arranha-céus, avenidas e marginais, metrôs, painéis com luzes de neon, aeroportos etc.

Orgulho Crespo traz depoimento, em off, de uma das organizadoras de uma marcha, na capital paulista, em prol do orgulho negro. Ela fala da importância de fugir dos padrões impostos pela sociedade e de usar cabelos naturais.  Em Audifax, o escritor e artista plástico cearense Audifaz Rios (1946 – 2015) apresenta algumas de suas obras para livros e capas, com elementos do folclore nordestino. O filme é permeado por trechos de seus textos. Mançura – Egito tem como cenário a pequena cidade que dá nome ao curta, destacando sua cultura, trajes, arquiteturas, o comércio e a feira.

Três curtas fecham o programa. Patagônia, que faz um passeio pela Região Sul da América Latina, mostrando a paisagem com montanhas geladas e céu azul, a vegetação, a igreja, palafitas e criação de ovelhas; Travessia, fotografado em preto e branco, mostra o esforço braçal de dois barqueiros para por em movimento um pequeno barco; e Die Walz acompanha o trabalho de um tocador de realejo em Berlim, na Alemanha, que aos poucos, vai chama a atenção daqueles que por ali passam.

Sobre o SescTV:

SescTV é um canal de difusão cultural do Sesc em São Paulo, distribuído gratuitamente, que tem como missão ampliar a ação do Sesc para todo o Brasil. Sua grade de programação é permeada por espetáculos, documentários, filmes e entrevistas. As atrações apresentam shows gravados ao vivo com grandes nomes da música e da dança. Documentários sobre artes visuais, teatro e sociedade abordam nomes, fatos e ideias da cultura brasileira. Ciclos temáticos de filmes e programas de entrevistas sobre literatura, cinema e outras artes também estão presentes na programação.

SERVIÇO:

Cinema de Rua
Contra Plongée / Fotogramas / O Que Faz Girar / Hipertermia / SP 462 / Orgulho Crespo / Audifax / Mançura Egito / Patagônia / Travessia / Die Walz
Estreia: 27/4, quarta, às 21h.
Reapresentações: 29/4, sábado, às 20h; e 30/4, domingo, às 6h30 e às 13h30.
Classificação indicativa: Livre
Direção: Kiko Santos
Produção: Prompt
Duração total: 25’44”
Fonte: SESCTV – Assessoria de Imprensa  

Grupo Universitário de Teatro abre seleção para novos atores

O Grupo Universitário de Teatro (GUT) da UFMA está com inscrições abertas para a seleção de novos talentos. São 20 vagas que se destinam à comunidade acadêmica e à comunidade em geral, desde que sejam maiores de 18 anos. Para realizar a inscrição o candidato deve se inscrever pelo site ou procurar a Biblioteca Setorial de Artes – BSA (Bloco 6, 2º andar, Centro de Ciências Humanas), até o dia 28 de abril, das 9 às 18h.
Os interessados devem ter disponibilidade semanal de terça a quinta, das 18h30 às 21h30. A seleção ocorrerá por meio de testes de aptidão, realizados no dia 2 de maio às 18h30, na Rua Humberto de Campos, nº 174, Centro – DAC. Para mais informações, acesse o site do GUT ou ligue para 3221-5232. Os atores selecionados poderão permanecer no grupo enquanto houver disponibilidade e terão a oportunidade de participar de cursos de aperfeiçoamento, atuação em espetáculos, participação em festivais e eventos, certificado.
Saiba Mais
O GUT - Grupo Universitário de Teatro é um Projeto de Extensão da Universidade Federal do Maranhão criado em 1996 pela Professora Ana Teresa Desterro Rabêlo e alunos do Curso de Educação Artística (DEART) e tem como objetivo aproximar a comunidade da Universidade, por meio do teatro.
Em seus dezenove anos de existência, o GUT já montou vários espetáculos, entre os quais se destacam: "O Castigo do Santo" (1996), de Aldo Leite; "O Tribunal dos Divórcios" (1997), de Miguel de Cervantes; "O Piquenique no Front" (1997), de Fernando Arrabal; "A Filha de Pai Francisco" (1998), de Lenita Estrela de Sá; "O Amor de D. Perlimplim com Belisa em seu Jardim" (1999), de Federico Garcia Lorca; "Hoje a Banda não Sai" (2001), de Severino Tavares; "O Planeta dos Palhaços" (2003), de Pasqual Lourenço Teudech; "A Formiga Fofoqueira" (2003), de Carlos Nobre; "A Boa" (2003), de Aimar Labaki; Trilogia "Sedução" (2005): “Uma Palavra por Outra”, de Jean Tardieu, “O Amor de Colombina”, de Menotti Del Picchea; e "A Esmola é Grande, e o Santo nem Desconfia" (2000), baseada na obra de Nelson Rodrigues (Adaptação do Grupo); "O Consertador de Brinquedos" (2006), de Stella Leonardos; "Além do Arco-Íris” (2008), de Aldo Leite; Commedia Dell´Arte “Os Quatro Falsos Endemoninhados” (2008), (Adaptação do Grupo); “O Rico Avarento” (2009), de Ariano Suassuna; “O Casamento da Comadre Sebastiana” (2009), de autoria desconhecida (Adaptação do Grupo); “Deus” (2010), de Woody Allen (Adaptação do Grupo), “A Viagem de um barquinho”, de Silvia Ortof (2010) “Entre a Missa e o Almoço”, de Arthur de Azevedo (2013), entre outros.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Turismo lança edital para promoção de festejos juninos


O objetivo é trabalhar uma estratégia de posicionamento e promoção de destinos brasileiros, de modo a transformar as festas em um produto turístico de destaque para o Brasil
 
O Ministério do Turismo lançou Chamada Pública para selecionar propostas de municípios interessados em divulgar seus festejos juninos e participar de ações de promoção, comunicação e apoio à comercialização promovidas pelo Ministério do Turismo e Embratur. Entre as ações contempladas no edital destacam-se a realização de presstrips – visitas de jornalistas e influenciadores digitais aos destinos -, encontro de negócios, inclusão da festa no Calendário de Eventos Juninos, transmissão ao vivo nas redes sociais do MTur, divulgação dos destinos e cobertura jornalística dos festejos.
“Com esta iniciativa, pretendemos contribuir para potencialização da promoção e a comercialização dos festejos juninos, tornando-os produtos turísticos para o mercado nacional e internacional”, afirmou o ministro do Turismo, Marx Beltrão.
A apresentação de propostas deverá ocorrer no período de 31 de março a 23 de abril de 2017. Serão elegíveis apenas proposições inscritas por entidade pública representante de um município. O MTur selecionará 5 (cinco) propostas de destinos turísticos nacionais que celebrem festejos juninos para receber ações coordenadas e custeadas pelo Ministério do Turismo e Embratur.
Para ser habilitada a proposta deverá ser remetida por município que obrigatoriamente realize festejo junino gerador de fluxo turístico, possua órgão municipal de turismo ou equivalente e esteja inserido no Mapa do Turismo Brasileiro (www.mapa.turismo.gov.br) nas categorias A, B ou C, conforme categorização estabelecida pela Portaria MTur nº144, de 27 de agosto de 2015. O município deverá ainda apresentar material comprobatório, impresso ou eletrônico, de promoção da “festa de São João”  (ex: guia turístico, folder, site, multimídia, mídias sociais, etc. – vide anexo II).
O resultado parcial da Comissão Julgadora será divulgado até o dia 28 de abril de 2017. O resultado final será divulgado até 09 de maio de 2017, no portal do Ministério do Turismo. 

sexta-feira, 24 de março de 2017

Nova geração reverencia a carreira do Skank com coletânea


Mais de 30 dos maiores sucessos da banda mineira Skank serão cantadas por artistas da nova geração que darão seu toque pessoal aos arranjos de composições marcantes do pop rock nacional. Amores Imperfeitos, Dois Rios, Tão Seu, Pacato Cidadão, Vou Deixar, Resposta, entre outras serão interpretados por artistas como Phill Veras, AnaVitória, Phillip Long, Dani Black, Garotas Suecas, e outros de todo o  Brasil na coletânea Dois Lados, idealizada e produzida pelo mineiro Pedro Ferreira.
Da batida reggae do início da carreira, até escancararem suas influências de rock inglês e Clube da Esquina em trabalhos recentes, poucas bandas na história da música pop nacional foram tão bem sucedidas como o Skank. 
É esta mistura de musicalidade, inovação, pegada pop e reconhecimento que motivou o Scream&Yell a produzir a coletânea. Mais que uma homenagem ao Skank, é uma forma de revisitar uma das obras de maior sucesso da música brasileira, com releituras de artistas da nova geração. 
Com lançamento previsto para junho, o projeto reunirá 32 artistas, de 14 estados, em um álbum duplo com 15 faixas e um bônus track cada. Dentre eles está o maranhense Phill Veras, que interpretará Vou Deixar.Com certeza vou fazer diferente do arranjo original. Acho que faz parte do desafio. Talvez faça mais simples, não sei ainda como vai ser, mas vou usar o mês de abril pra maquinar sobre isso”, comenta o artista.
O produto final será disponibilizado para streaming e download gratuito na página do Scream&Yell e em seus perfis nas redes sociais. Pedro Ferreira também foi responsável pela homenagem ao Los Hermanos em 2012, na Coletânea Re-Trato; e pela homenagem a Milton Nascimento e o Clube da Esquina em 2015, na Coletânea Mil Tom. O disco ainda contará com a artista Luyse Costa, ilustradora encarregada pelo projeto gráfico dessas homenagens.
Phill Veras também participou da coletânea sobre Milton Nascimento, e ao ser convidado para a homenagem ao Skank, ele conta que se identifica desde criança com  a banda e fala do álbum Cosmotron (sexto álbum de estúdio da banda lançado em 2003).
Gosto da intenção do álbum. Tem uma coisa de se renovar como banda pop, de experimentar outros timbres e flertar com algo mais eletrônico sem abandonar a essência pop. Pra mim é o que há de melhor na obra da banda. Até a estética visual, a capa, me interessa bastante. Lembro que era moleque e aquele álbum me chamou atenção quando meu pai comprou. É um ‘discão’”, comenta Phill.
Para Pedro Ferreira será uma oportunidade para entender, de forma definitiva, o valor do legado do Skank, e de que forma ele atingiu e inspirou as pessoas durante todos esses anos.
Assim como foi com o Los Hermanos em 2012 e Milton Nascimento em 2015, para produzir um trabalho como este é preciso nutrir certo carinho e admiração pelo artista/grupo homenageado. E com o Skank, não foi diferente. Sou de Mariana, interior de Minas Gerais, uma cidadezinha que fica ao lado de Ouro Preto. Comecei ouvindo o Skank por influência de primos mais velhos que se empolgaram com a gravação do DVD histórico em Ouro Preto no ano de 2001. Por muito tempo essa apresentação foi assunto dos nossos encontros de família e, até hoje, meus primos me provocam por não ter ido ao show, já que era muito novo na época”, conta Pedro.

Abrindo caminho
A trajetória da banda sempre foi marcada por um flerte com o pop radiofônico, que os levou ao topo das paradas durante anos e abriu caminho para toda uma nova geração não só de Minas Gerais, mas dos quatro cantos do Brasil, entusiasmados pela possibilidade de fazer música de qualidade e com forte apelo popular.
O resultado desta soma de aprovações é um legado que, desde o início do século XXI, vem sendo revisitado por inúmeros artistas, evidenciando a grande influência do quarteto mineiro, que nunca deixou de ensaiar outros passos, sempre revisitando seu próprio som e o atualizando. 

Cinco perguntas//Pedro Ferreira
Por que a escolha do Skank?
É  um ano muito especial para a banda, que completa 25 anos do lançamento do primeiro disco, além disso, poucas bandas na história da música pop nacional foram tão bem sucedidas como o Skank. Pensando em tudo isso, nada mais justo que convidar artistas da nova safra musical e alguns experientes músicos para regravar os clássicos de um dos grupos que mais influenciou a nova geração da música brasileira.

Por que Dois Lados?
Além da alusão a dois sucessos: Três Lados e Dois Rios, o nome faz referência aos dois principais objetivos que norteiam o tributo: perpetuar o legado do Skank com novas releituras e direcionar o olhar do público para a nova safra da música nacional. Acredito que o Brasil vive um dos melhores momentos da música e um dos intuitos do disco é estimular o interesse do ouvinte em conhecer essa nova turma.

Os integrantes do Skank já sabem? 
Sim, eles estão cientes do projeto. Entrei em contato com o Henrique Portugal para apresentar a ideia do álbum e ele adorou. Esse disco é uma forma de todos nós (fãs) transferirmos nossos cumprimentos a banda. Por toda sua história de sucesso, o Skank é forte influência para os jovens do país.   

Como foi a seleção dos artistas convidados?  
O processo de seleção é bem parecido em todos os tributos que faço. Procuro convidar músicos que possuem influências do artista homenageado ou carinho pela sua obra. E, claro, frisando sempre, a ideia da coletânea não é ser um disco de covers, e sim deixar os artistas à vontade para imprimirem sua identidade nas canções. Uma nova roupagem para clássicos.

A escolha das músicas se deu por intermédio de vocês do site ou cada banda/artista escolheu a que queria gravar? 
Um pouco dos dois (risos), a intenção sempre foi percorrer toda obra do Skank. Procurei deixar as bandas à vontade durante a escolha, mas dei alguns “pitacos”. A minha única orientação era canções que o Skank gravou, que são sucesso com eles (mesmo que não sejam deles, mas estão ligadas a eles). Por exemplo, Vamos Fugir e Tanto.

Intérpretes e música
AnaVitória (TO) - Amores Imperfeitos
Wado (AL) – Dois Rios 
Ana Larousse e Leo Fressato (PR) – Tão Seu
Costa Gold (SP) – Jackie Tequila 
Ana Muller (ES) -  Acima do Sol
Phillip Long (SP) – Resposta 
André Gonzales (DF) – Ainda Gosto Dela
Dani Black (SP) – Saideira 
rancisco El Hombre (SP) -  Pacato Cidadão  
Zé Manoel (PE) -   Tanto (I Want You)
Phill Veras (MA) – Vou Deixar
Rico Dalasam (SP) - Balada do amor inabalável
Seu Pereira e Coletivo 401 (PB) – Maquinarama
Nevilton (PR) - Te Ver
Teago Oliveira (BA) – Esmola
Manitu (MG) - Garota Nacional
Quarup (SP) – Vamos Fugir
Lulina (PE) – Indignação 
Jéf (RS) – Sutilmente
André Abujamra (SP) – Sem Terra
Garotas Suecas (SP) – Mandrake e os Cubanos
A Banda Mais Bonita da Cidade (PR) – Canção Noturna
Cobra Coral (MG) – Esquecimento
Graveola (MG) – Baixada News
Transmissor (MG) – Siderado
The Baggios (SE) –  A Cerca 
Tuyo (PR) -  Três Lados
Ian Ramil (RS) – O Homem Que Sabia Demais
Medulla (RJ) – As Noites
As Bahias e a Cozinha Mineira (SP) - É Proibido Fumar
Fernando Anitelli (SP) – Formato Mínimo
Esteban (RS) – Mil Acasos

Selvagens à Procura de Lei (CE) – Ali

Arte oriental no Maranhão

Oficinas de Ikebana (arranjo floral), Origami (dobradura de papel), arte marcial, Yukata (vestimenta japonesa típica de verão), Mangá (história em quadrinhos japonês), dança folclórica japonesa e taiko (tambor japonês) são algumas das atividades que comporão a Semana do Japão no Maranhão, que ocorre até dia 25 no  CEMP-MA (Rua Rio Branco, Centro). A promoção é do Consulado do Japão em Belém, Fundação Japão e CEMP-MA, com o apoio da Associação Nipo-Brasileira do Maranhão e Tory Brindes. A entrada é franca.
 Nos dias 24 e 25, em diferentes horários, serão realizadas as oficinas e exposições. É a primeira vez nos últimos tempos, que essas artes serão apresentadas na capital maranhense.

Programação

Dia 24 (sexta-feira)
Bolsas de Estudo

Dia 24 (sexta-feira) e 25 (sábado)
Yukata  浴衣 - vestimenta japonesa informal de verão. Yukata é utilizado após o banho e continua sendo usado em hotéis tradicionais (ryokan) e em estação de águas termais (onsen) do Japão. A palavra yukata literalmente significa “roupa de banho” e pode ser usada por homens, mulheres e crianças.

Dança folclórica japonesa (Bon-Odori) 民謡 - Faz parte de um período de homenagens aos espíritos dos antepassados que correspondente ao Dia dos Finados no Ocidente. Nessa ocasião, as pessoas se confraternizam por meio dessa dança, por acreditarem que os espíritos também participam deste momento.

Ikebana (生花) - Arte do arranjo floral japonês enfatizam os aspectos lineares e formas do arranjo que inclui o vaso, caules, ramos, flores e folhas.

Mangá (漫画) - O Mangá é a "história em quadrinhos" no estilo japonês. Sua origem está no Teatro das Sombras, que na época feudal percorria diversos vilarejos contando lendas por meio de fantoches.

Origami 折紙 (dobradura de papel)
Palavra de origem japonesa vem do verbo “oru” = dobrar e “kami” = papel. Atualmente, além de ser uma das artes transmitidas nas escolas, é também um dos exercícios praticados pelos portadores de necessidades especiais e de idade, com excelente resultado.

Soroban (ábaco) (算盤) - Aprenda a calcular e desenvolver habilidades de raciocínio e memorização com a calculadora japonesa.

Taiko (tambor japonês)(太鼓) - O taiko é um instrumento de percussão, cuja superfície é confeccionada com pele de animal. É tocada com a mão ou com o uso de uma baqueta, mas sempre exige do músico a habilidade rítmica e o preparo físico para sustentar batidas homogêneas e obter som satisfatório.

Serviço
O quê? Semana do Japão no Maranhão
Quando? Até  25 de março
Onde? CEMP-MA (Rua Rio Branco, 331 – Centro)
Quanto? Entrada franca

Maiores informações: (98) 3221-4405 (CEMP-MA

Baré de Casco faz tributo a Reginaldo Rossi

Imortalizado como o Rei do Brega, Reginaldo Rossi deixou seus fãs desamparados em 2013, quando já estava prestes a completar 70 anos, 40 anos depois de lançar seu primeiro disco. Suas músicas são verdadeiros hinos para os apaixonados e estão nos quatro cantos de São Luís - afinal, levante a mão quem nunca ouviu clássicos como “Garçom”, “Leviana” ou “Mon amour, meu bem, ma femme”. Para celebrar a música cantada por Rossi, a banda Baré de Casco recebe público neste sábado, 25, na Casa das Dunas (Av. Litorânea).

O Rei e o Chifre Music
A Baré de Casco surgiu a partir de uma brincadeira entre amigos que faziam releituras de músicas por vezes esquecidas, que carregavam o estigma de "cafona" ou “brega”. Com isso, desde 2011, a banda criou e está solidificando um estilo intitulado de Chifre Music: a música dos corações partidos e do sentimento nostálgico.

Sobre a banda
Além do Chifre Music, carro-chefe da Baré de Casco, a banda também valoriza e acredita na identidade cultural nativista e apresenta versões de ritmos consagrados no cenário tradicional do Maranhão e do Nordeste, como  Cacuriá, Bumba-meu-boi, Carimbó e outros.
Em outros shows, a banda apresenta repertório variado, com composições de músicos e autores consagrados, como Zeca Baleiro, José Augusto, Fagner, Reginaldo Rossi, Tião Carvalho, Altemar Dutra, Roberto Carlos, Geraldo Azevedo, João do Vale, Luiz Gonzaga, Odair José até Mamonas Assassinas. O diferencial do grupo, além do resgate de canções, é fazer uma releitura das música sem que elas percam o real sentido.
 Assim, a Baré de Casco não possui um segmento ou estilo musical definido, que se rotule: dá início a uma nova corrente denominada de CHIFRE MUSIC, ou seja, a música dos corações partidos e do sentimento nostálgico; e o REGIONAL PROGRESSIVO, que é uma mistura dos ritmos populares maranhenses com musicas populares brasileiras.

Componentes da Baré de Casco: 
Jhoie Araujo - Vocalista e violonista
Thierry Castelo Branco - Baterista e vocalista
Handerson Moura: Percussionista
Marlon Silva: Baixista
Ruan Cruz: Guitarrista
Ramon Pinheiro: Trompetista
Kleiton Teixeira: Trombonista
João Vitor: Tecladista

Serviço
O que? Tributo Reginaldo Rossi
Quando? 25 de março
Onde? Casa das Dunas – Av. Litorânea
Quanto? R$ 30,00/R$15,00

Só as antigas com Bell Marques


São 40 anos de carreira. Quatro décadas de sucesso! Uma história de muita música e emoções que merece ser celebrada. E a celebração será na noite de hoje (24) com o espetáculo Bell Marques - Só As Antigas, show lançado em Salvador ano passado e que agora chega a São Luís, no Rio Poty Hotel. As cantoras sertanejas Munik & Mariane, também participam do show abrindo a festa.
O evento contará a história desse que é um dos maiores nomes da música nacional, através de um repertório de mais de 100 músicas. Reunindo sucessos desde 1979, como Colar do Oriente, Cara Caramba, Gritos de Guerra, Lindo é Viver e Ele Não Monta na Lambreta, Bell Marques faz um show para quem gosta de música, de viver e reviver.
Desde o fã mais antigo - que acompanha o artista desde os antigos Carnavais da década de 1980 – até os mais novos - que começaram a acompanhar o cantor em sua carreira solo, conhecem e reconhecem sua bagagem e importância para a música na Bahia e no Brasil - o show Só As Antigas é uma homenagem para todos.
Todo artista espera sucesso quando lança alguma novidade, mas, ainda assim, me surpreendeu a força que minha história tem na vida de muitas pessoas. Tem sido uma verdadeira experiência relembrar minha carreira e me emocionar junto com o público. É um projeto muito emocionante pra mim e para os fãs”, afirma Bell Marques em entrevista a O Imparcial.
Acostumado a ler pedidos de músicas em shows e carnavais fora de época de todo o país, nas famosas placas espalhadas entre os foliões, Bell Marques decidiu cantar as mais pedidas de vez, num único show.
Ingressos à venda na Bilheteria Digital (Shopping da ilha e Rio Poty Hotel), na Visótica no Tropical Shopping e no site www.bilheteriadigital.com.


Três perguntas//Bell Marques

Não tem como fugir da tradicional pergunta. Nesses 40 anos de carreira, qual música mais representa o Bell Marques?
Caramba, é muito difícil dizer uma que me represente. Existem umas muito fortes, que as pessoas associam diretamente a mim, como Cara Caramba e Selva Branca, por exemplo, mas que me represente, é difícil dizer. São muitos anos, muitos sucessos pra escolher uma só.

Mudou muito o Bell Marques vocalista do Chiclete com Banana para o Bell Marques, hoje em carreira solo?
Eu sou o mesmo, com a mesma voz, mesma energia, não muda nada. Talvez eu esteja mais livre apenas, para fazer os meus projetos, guiar minha carreira do jeito que quero, sem precisar de aprovações. Estou no comando dos meus passos e isso para o artista é muito bom.

São Luís durante anos recebe você com muito carinho. Aos “chicleteiros” e “bellzeiros”, qual recado você envia a eles?
Eu digo a eles que enquanto eles estiverem ali do lado, torcendo por mim e cantando comigo, estarei também. Temos uma história muito bacana, eu e meus fãs e fico muito feliz por ter tido essa sorte de uma legião tão fiel me escolher como ídolo.

Serviço
O quê? Bell Marques – Só as Antigas
Quando? 24 (hoje), a partir das 21h
Onde? Rio Poty Hotel
Informações: (98) 3016-6663
Realização: 4Mãos Entretenimento