sexta-feira, 24 de março de 2017

Nova geração reverencia a carreira do Skank com coletânea


Mais de 30 dos maiores sucessos da banda mineira Skank serão cantadas por artistas da nova geração que darão seu toque pessoal aos arranjos de composições marcantes do pop rock nacional. Amores Imperfeitos, Dois Rios, Tão Seu, Pacato Cidadão, Vou Deixar, Resposta, entre outras serão interpretados por artistas como Phill Veras, AnaVitória, Phillip Long, Dani Black, Garotas Suecas, e outros de todo o  Brasil na coletânea Dois Lados, idealizada e produzida pelo mineiro Pedro Ferreira.
Da batida reggae do início da carreira, até escancararem suas influências de rock inglês e Clube da Esquina em trabalhos recentes, poucas bandas na história da música pop nacional foram tão bem sucedidas como o Skank. 
É esta mistura de musicalidade, inovação, pegada pop e reconhecimento que motivou o Scream&Yell a produzir a coletânea. Mais que uma homenagem ao Skank, é uma forma de revisitar uma das obras de maior sucesso da música brasileira, com releituras de artistas da nova geração. 
Com lançamento previsto para junho, o projeto reunirá 32 artistas, de 14 estados, em um álbum duplo com 15 faixas e um bônus track cada. Dentre eles está o maranhense Phill Veras, que interpretará Vou Deixar.Com certeza vou fazer diferente do arranjo original. Acho que faz parte do desafio. Talvez faça mais simples, não sei ainda como vai ser, mas vou usar o mês de abril pra maquinar sobre isso”, comenta o artista.
O produto final será disponibilizado para streaming e download gratuito na página do Scream&Yell e em seus perfis nas redes sociais. Pedro Ferreira também foi responsável pela homenagem ao Los Hermanos em 2012, na Coletânea Re-Trato; e pela homenagem a Milton Nascimento e o Clube da Esquina em 2015, na Coletânea Mil Tom. O disco ainda contará com a artista Luyse Costa, ilustradora encarregada pelo projeto gráfico dessas homenagens.
Phill Veras também participou da coletânea sobre Milton Nascimento, e ao ser convidado para a homenagem ao Skank, ele conta que se identifica desde criança com  a banda e fala do álbum Cosmotron (sexto álbum de estúdio da banda lançado em 2003).
Gosto da intenção do álbum. Tem uma coisa de se renovar como banda pop, de experimentar outros timbres e flertar com algo mais eletrônico sem abandonar a essência pop. Pra mim é o que há de melhor na obra da banda. Até a estética visual, a capa, me interessa bastante. Lembro que era moleque e aquele álbum me chamou atenção quando meu pai comprou. É um ‘discão’”, comenta Phill.
Para Pedro Ferreira será uma oportunidade para entender, de forma definitiva, o valor do legado do Skank, e de que forma ele atingiu e inspirou as pessoas durante todos esses anos.
Assim como foi com o Los Hermanos em 2012 e Milton Nascimento em 2015, para produzir um trabalho como este é preciso nutrir certo carinho e admiração pelo artista/grupo homenageado. E com o Skank, não foi diferente. Sou de Mariana, interior de Minas Gerais, uma cidadezinha que fica ao lado de Ouro Preto. Comecei ouvindo o Skank por influência de primos mais velhos que se empolgaram com a gravação do DVD histórico em Ouro Preto no ano de 2001. Por muito tempo essa apresentação foi assunto dos nossos encontros de família e, até hoje, meus primos me provocam por não ter ido ao show, já que era muito novo na época”, conta Pedro.

Abrindo caminho
A trajetória da banda sempre foi marcada por um flerte com o pop radiofônico, que os levou ao topo das paradas durante anos e abriu caminho para toda uma nova geração não só de Minas Gerais, mas dos quatro cantos do Brasil, entusiasmados pela possibilidade de fazer música de qualidade e com forte apelo popular.
O resultado desta soma de aprovações é um legado que, desde o início do século XXI, vem sendo revisitado por inúmeros artistas, evidenciando a grande influência do quarteto mineiro, que nunca deixou de ensaiar outros passos, sempre revisitando seu próprio som e o atualizando. 

Cinco perguntas//Pedro Ferreira
Por que a escolha do Skank?
É  um ano muito especial para a banda, que completa 25 anos do lançamento do primeiro disco, além disso, poucas bandas na história da música pop nacional foram tão bem sucedidas como o Skank. Pensando em tudo isso, nada mais justo que convidar artistas da nova safra musical e alguns experientes músicos para regravar os clássicos de um dos grupos que mais influenciou a nova geração da música brasileira.

Por que Dois Lados?
Além da alusão a dois sucessos: Três Lados e Dois Rios, o nome faz referência aos dois principais objetivos que norteiam o tributo: perpetuar o legado do Skank com novas releituras e direcionar o olhar do público para a nova safra da música nacional. Acredito que o Brasil vive um dos melhores momentos da música e um dos intuitos do disco é estimular o interesse do ouvinte em conhecer essa nova turma.

Os integrantes do Skank já sabem? 
Sim, eles estão cientes do projeto. Entrei em contato com o Henrique Portugal para apresentar a ideia do álbum e ele adorou. Esse disco é uma forma de todos nós (fãs) transferirmos nossos cumprimentos a banda. Por toda sua história de sucesso, o Skank é forte influência para os jovens do país.   

Como foi a seleção dos artistas convidados?  
O processo de seleção é bem parecido em todos os tributos que faço. Procuro convidar músicos que possuem influências do artista homenageado ou carinho pela sua obra. E, claro, frisando sempre, a ideia da coletânea não é ser um disco de covers, e sim deixar os artistas à vontade para imprimirem sua identidade nas canções. Uma nova roupagem para clássicos.

A escolha das músicas se deu por intermédio de vocês do site ou cada banda/artista escolheu a que queria gravar? 
Um pouco dos dois (risos), a intenção sempre foi percorrer toda obra do Skank. Procurei deixar as bandas à vontade durante a escolha, mas dei alguns “pitacos”. A minha única orientação era canções que o Skank gravou, que são sucesso com eles (mesmo que não sejam deles, mas estão ligadas a eles). Por exemplo, Vamos Fugir e Tanto.

Intérpretes e música
AnaVitória (TO) - Amores Imperfeitos
Wado (AL) – Dois Rios 
Ana Larousse e Leo Fressato (PR) – Tão Seu
Costa Gold (SP) – Jackie Tequila 
Ana Muller (ES) -  Acima do Sol
Phillip Long (SP) – Resposta 
André Gonzales (DF) – Ainda Gosto Dela
Dani Black (SP) – Saideira 
rancisco El Hombre (SP) -  Pacato Cidadão  
Zé Manoel (PE) -   Tanto (I Want You)
Phill Veras (MA) – Vou Deixar
Rico Dalasam (SP) - Balada do amor inabalável
Seu Pereira e Coletivo 401 (PB) – Maquinarama
Nevilton (PR) - Te Ver
Teago Oliveira (BA) – Esmola
Manitu (MG) - Garota Nacional
Quarup (SP) – Vamos Fugir
Lulina (PE) – Indignação 
Jéf (RS) – Sutilmente
André Abujamra (SP) – Sem Terra
Garotas Suecas (SP) – Mandrake e os Cubanos
A Banda Mais Bonita da Cidade (PR) – Canção Noturna
Cobra Coral (MG) – Esquecimento
Graveola (MG) – Baixada News
Transmissor (MG) – Siderado
The Baggios (SE) –  A Cerca 
Tuyo (PR) -  Três Lados
Ian Ramil (RS) – O Homem Que Sabia Demais
Medulla (RJ) – As Noites
As Bahias e a Cozinha Mineira (SP) - É Proibido Fumar
Fernando Anitelli (SP) – Formato Mínimo
Esteban (RS) – Mil Acasos

Selvagens à Procura de Lei (CE) – Ali

Arte oriental no Maranhão

Oficinas de Ikebana (arranjo floral), Origami (dobradura de papel), arte marcial, Yukata (vestimenta japonesa típica de verão), Mangá (história em quadrinhos japonês), dança folclórica japonesa e taiko (tambor japonês) são algumas das atividades que comporão a Semana do Japão no Maranhão, que ocorre até dia 25 no  CEMP-MA (Rua Rio Branco, Centro). A promoção é do Consulado do Japão em Belém, Fundação Japão e CEMP-MA, com o apoio da Associação Nipo-Brasileira do Maranhão e Tory Brindes. A entrada é franca.
 Nos dias 24 e 25, em diferentes horários, serão realizadas as oficinas e exposições. É a primeira vez nos últimos tempos, que essas artes serão apresentadas na capital maranhense.

Programação

Dia 24 (sexta-feira)
Bolsas de Estudo

Dia 24 (sexta-feira) e 25 (sábado)
Yukata  浴衣 - vestimenta japonesa informal de verão. Yukata é utilizado após o banho e continua sendo usado em hotéis tradicionais (ryokan) e em estação de águas termais (onsen) do Japão. A palavra yukata literalmente significa “roupa de banho” e pode ser usada por homens, mulheres e crianças.

Dança folclórica japonesa (Bon-Odori) 民謡 - Faz parte de um período de homenagens aos espíritos dos antepassados que correspondente ao Dia dos Finados no Ocidente. Nessa ocasião, as pessoas se confraternizam por meio dessa dança, por acreditarem que os espíritos também participam deste momento.

Ikebana (生花) - Arte do arranjo floral japonês enfatizam os aspectos lineares e formas do arranjo que inclui o vaso, caules, ramos, flores e folhas.

Mangá (漫画) - O Mangá é a "história em quadrinhos" no estilo japonês. Sua origem está no Teatro das Sombras, que na época feudal percorria diversos vilarejos contando lendas por meio de fantoches.

Origami 折紙 (dobradura de papel)
Palavra de origem japonesa vem do verbo “oru” = dobrar e “kami” = papel. Atualmente, além de ser uma das artes transmitidas nas escolas, é também um dos exercícios praticados pelos portadores de necessidades especiais e de idade, com excelente resultado.

Soroban (ábaco) (算盤) - Aprenda a calcular e desenvolver habilidades de raciocínio e memorização com a calculadora japonesa.

Taiko (tambor japonês)(太鼓) - O taiko é um instrumento de percussão, cuja superfície é confeccionada com pele de animal. É tocada com a mão ou com o uso de uma baqueta, mas sempre exige do músico a habilidade rítmica e o preparo físico para sustentar batidas homogêneas e obter som satisfatório.

Serviço
O quê? Semana do Japão no Maranhão
Quando? Até  25 de março
Onde? CEMP-MA (Rua Rio Branco, 331 – Centro)
Quanto? Entrada franca

Maiores informações: (98) 3221-4405 (CEMP-MA

Baré de Casco faz tributo a Reginaldo Rossi

Imortalizado como o Rei do Brega, Reginaldo Rossi deixou seus fãs desamparados em 2013, quando já estava prestes a completar 70 anos, 40 anos depois de lançar seu primeiro disco. Suas músicas são verdadeiros hinos para os apaixonados e estão nos quatro cantos de São Luís - afinal, levante a mão quem nunca ouviu clássicos como “Garçom”, “Leviana” ou “Mon amour, meu bem, ma femme”. Para celebrar a música cantada por Rossi, a banda Baré de Casco recebe público neste sábado, 25, na Casa das Dunas (Av. Litorânea).

O Rei e o Chifre Music
A Baré de Casco surgiu a partir de uma brincadeira entre amigos que faziam releituras de músicas por vezes esquecidas, que carregavam o estigma de "cafona" ou “brega”. Com isso, desde 2011, a banda criou e está solidificando um estilo intitulado de Chifre Music: a música dos corações partidos e do sentimento nostálgico.

Sobre a banda
Além do Chifre Music, carro-chefe da Baré de Casco, a banda também valoriza e acredita na identidade cultural nativista e apresenta versões de ritmos consagrados no cenário tradicional do Maranhão e do Nordeste, como  Cacuriá, Bumba-meu-boi, Carimbó e outros.
Em outros shows, a banda apresenta repertório variado, com composições de músicos e autores consagrados, como Zeca Baleiro, José Augusto, Fagner, Reginaldo Rossi, Tião Carvalho, Altemar Dutra, Roberto Carlos, Geraldo Azevedo, João do Vale, Luiz Gonzaga, Odair José até Mamonas Assassinas. O diferencial do grupo, além do resgate de canções, é fazer uma releitura das música sem que elas percam o real sentido.
 Assim, a Baré de Casco não possui um segmento ou estilo musical definido, que se rotule: dá início a uma nova corrente denominada de CHIFRE MUSIC, ou seja, a música dos corações partidos e do sentimento nostálgico; e o REGIONAL PROGRESSIVO, que é uma mistura dos ritmos populares maranhenses com musicas populares brasileiras.

Componentes da Baré de Casco: 
Jhoie Araujo - Vocalista e violonista
Thierry Castelo Branco - Baterista e vocalista
Handerson Moura: Percussionista
Marlon Silva: Baixista
Ruan Cruz: Guitarrista
Ramon Pinheiro: Trompetista
Kleiton Teixeira: Trombonista
João Vitor: Tecladista

Serviço
O que? Tributo Reginaldo Rossi
Quando? 25 de março
Onde? Casa das Dunas – Av. Litorânea
Quanto? R$ 30,00/R$15,00

Só as antigas com Bell Marques


São 40 anos de carreira. Quatro décadas de sucesso! Uma história de muita música e emoções que merece ser celebrada. E a celebração será na noite de hoje (24) com o espetáculo Bell Marques - Só As Antigas, show lançado em Salvador ano passado e que agora chega a São Luís, no Rio Poty Hotel. As cantoras sertanejas Munik & Mariane, também participam do show abrindo a festa.
O evento contará a história desse que é um dos maiores nomes da música nacional, através de um repertório de mais de 100 músicas. Reunindo sucessos desde 1979, como Colar do Oriente, Cara Caramba, Gritos de Guerra, Lindo é Viver e Ele Não Monta na Lambreta, Bell Marques faz um show para quem gosta de música, de viver e reviver.
Desde o fã mais antigo - que acompanha o artista desde os antigos Carnavais da década de 1980 – até os mais novos - que começaram a acompanhar o cantor em sua carreira solo, conhecem e reconhecem sua bagagem e importância para a música na Bahia e no Brasil - o show Só As Antigas é uma homenagem para todos.
Todo artista espera sucesso quando lança alguma novidade, mas, ainda assim, me surpreendeu a força que minha história tem na vida de muitas pessoas. Tem sido uma verdadeira experiência relembrar minha carreira e me emocionar junto com o público. É um projeto muito emocionante pra mim e para os fãs”, afirma Bell Marques em entrevista a O Imparcial.
Acostumado a ler pedidos de músicas em shows e carnavais fora de época de todo o país, nas famosas placas espalhadas entre os foliões, Bell Marques decidiu cantar as mais pedidas de vez, num único show.
Ingressos à venda na Bilheteria Digital (Shopping da ilha e Rio Poty Hotel), na Visótica no Tropical Shopping e no site www.bilheteriadigital.com.


Três perguntas//Bell Marques

Não tem como fugir da tradicional pergunta. Nesses 40 anos de carreira, qual música mais representa o Bell Marques?
Caramba, é muito difícil dizer uma que me represente. Existem umas muito fortes, que as pessoas associam diretamente a mim, como Cara Caramba e Selva Branca, por exemplo, mas que me represente, é difícil dizer. São muitos anos, muitos sucessos pra escolher uma só.

Mudou muito o Bell Marques vocalista do Chiclete com Banana para o Bell Marques, hoje em carreira solo?
Eu sou o mesmo, com a mesma voz, mesma energia, não muda nada. Talvez eu esteja mais livre apenas, para fazer os meus projetos, guiar minha carreira do jeito que quero, sem precisar de aprovações. Estou no comando dos meus passos e isso para o artista é muito bom.

São Luís durante anos recebe você com muito carinho. Aos “chicleteiros” e “bellzeiros”, qual recado você envia a eles?
Eu digo a eles que enquanto eles estiverem ali do lado, torcendo por mim e cantando comigo, estarei também. Temos uma história muito bacana, eu e meus fãs e fico muito feliz por ter tido essa sorte de uma legião tão fiel me escolher como ídolo.

Serviço
O quê? Bell Marques – Só as Antigas
Quando? 24 (hoje), a partir das 21h
Onde? Rio Poty Hotel
Informações: (98) 3016-6663
Realização: 4Mãos Entretenimento 


“Intolerância.Doc” encerra Circuito Universitário de Cinema em SL


A Mostra do Circuito Universitário de Cinema encerra mais uma edição em São Luís nesta sexta-feira (24), às 15 horas, na faculdade Pitágoras, com a exibição do longa Intolerância.Doc, lançado em 2016.
O filme, que tem a direção de Susanna Lira, trata da dinâmica dos grupos de ódio que se organizam na grande São Paulo, apresentando depoimento de vítimas, familiares e algozes, reconstituindo as cenas de violência por meio de quadrinhos animados.  O documentário deflagra a contradição do acirramento da intolerância em um país mundialmente conhecido por suas misturas, sua diversidade, supostamente capaz de conviver com as diferenças que o constituem.
Intolerância é, por sinal, o tema do Circuito Universitário de Cinema nesta edição, que acontece simultaneamente em outros 14 estados, exibindo ainda Meu Nome é Jaque e Menino 23. A mostra, promovida pela MPC Filmes com o Patrocínio da Petrobrás é um esforço de incitar no ambiente acadêmico e escolar discussões e reflexões críticas sobre temas relevantes da atualidade.
Intolerância.Doc é um documentário que mergulha em um aspecto da sociedade brasileira pouco abordado com profundidade: o crescimento dos crimes de ódio e o que está por trás dos discursos de intolerância. Em um país que sempre foi reconhecido internacionalmente pela mistura de raças, ecumenismo de credos e até uma certa liberdade sexual, ironicamente são cada vez mais noticiados crimes de racismo, homofobia e disputas sangrentas entre gangues, torcidas organizadas e até linchamentos.
A exibição acontecerá na Faculdade Pitágoras nesta sexta-feira (24), a partir das 15h e será seguida de um debate com o Igor de Sousa, formado em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Maranhão com mestrado em Antropologia Social pela Universidade Federal de Santa Catarina.  A exibição faz parte da programação da Semana Internacional de Combate à Discriminação Racial promovida pela instituição e é aberta ao público.

Instrumento de divulgação
O Circuito Universitário de Cinema tem como objetivo principal fomentar, no ambiente acadêmico, o diálogo e a reflexão sobre questões de interesse nacional e histórico abordadas nas obras a serem exibidas, despertando nos jovens o interesse pela história de seu país. Mais do que uma simples exibição de filmes, a Mostra é um espaço de ampla comunicabilidade, constituindo-se um eficaz instrumento de divulgação e multiplicação de mensagens.


Serviço
O que? Exibição de “Intolerância.Doc”
Quando? 24 (hoje), às 15h
Onde?  Faculdade Pitágoras, Turu
Quanto? Entrada gratuita



sexta-feira, 10 de março de 2017

Tanatron celebra 20 anos em noite de metal


Quase um ano depois de ter entrado em campanha para  conseguir recursos para produzir e lançar um CD e um documentário, a Tanatron vai fazer o show de lançamento do projeto. Será no próximo dia 11, às 22h, no Fanzine Rock Bar (Beira Mar), com as participações de Brutallian e Ritos Sombrios.
A empolgação e a felicidade por terem conseguido algo com que tanto sonharam para uma banda independente está estampada no rosto dos integrantes, pois será o primeiro full álbum da banda e logo quando o grupo completa duas décadas de atividades.
“Estamos passando por uma das melhores fases da banda, com uma formação que queríamos ter, com dois guitarristas, prestes a lançar o CD oficial e trabalhando pra lançar um documentário que vai contar essa história”, conta Nyelson Weber, baixista e vocalista da banda.
Há 1 ano a banda fez um apelo e começou a campanha pelo site  colaborativo Kickante.com. A resposta de fãs, amigos e simpatizantes veio dois meses depois quando a banda conseguiu atingir 113% da meta.
“Foi mais do que pretendíamos para fazer o CD e o documentário, daí investimos no próprio projeto, fizemos mais produtos, mais clipes, dois lyrics videos  e faremos o lançamento do clipe no dia do show. Também nesse dia faremos a gravação de outro clipe ao vivo que deverá ser lançado ainda neste semestre”, afirma Nyelson.
Será ainda neste semestre o lançamento nas plataformas digitais do documentário sobre a história da banda com imagens de shows, fotos, making off das gravações e depoimentos de pessoas que foram e são importantes para que a banda chegasse às duas décadas em atividade. Em breve também a banda entregará o kit com as recompensas da campanha de financiamento coletivo, como CDs, camisetas e acessórios.
O lyric já lançado nas plataformas digitais é da música Killing and Domination. O outro lyric video que vai sair nos próximos dias é de Servorun Sanguinem. O clipe oficial será de Do The Creation Rise. Já o clipe ao vivo vai ser gravado no show dia 11, mas a banda ainda não confirmou a música. “O mais legal disso tudo é que podemos envolver nesse projeto que tem várias linguagens artísticas, mão de obra local com profissionais que dialogaram bem com a ideia da banda”, conta Nyelson.
A banda de death metal tem  formação atual composta  por Nyelson Weber (baixo e voz), Nynrod Weber (guitarra), Daniel Azevedo (guitarra) e Weeslem Lima (bateria), a Tanatron  foi formada em julho de 1996 por Nyelson e Weeslem executando um rock visceral e agressivo e nessas duas décadas vem mantendo vivo o ideal da música underground.
Para uma banda de death metal que não toca por dinheiro, Nyelson diz que o mais importante nesses 20 anos foi o apoio que sempre tiveram. “Fazemos música por paixão. Com tantas boas bandas surgindo a gente continua a ter apoio, e essa campanha do crowdfunding foi um bom exemplo disso”.
CD Tanatron
No disco comemorativo dos 20 anos de banda, que tem título homônimo, as 10 faixas do CD  tem  como tema central os vários aspectos da morte. “Vista por diversos ângulos, sobre como diversas culturas a veem, como cada um enfrenta a perda, sobre o sentido dela para a vida de todos, como um paciente terminal lida com isso, como a humanidade tenta vencer a morte, e por aí vai”, comenta Nyelson.
A faixa Tanatron puxa o setlist do disco: Servorun Sanguinem, Betrayed By Yourself, Slowly Dying, Towards Terror, Bloody Is The Hunt, In Front Of Your Eyes, Do The Creation Rise, Killing And Domination, We Need The Death.
Perguntado sobre o que significa Tanatron, Nyelson diz que literalmente é a máquina da morte. “Esse nome surgiu com o Jack Kevorian, um falecido médico que era a favor da eutanásia em casos extremos. Ele ajudava seus pacientes a morrerem. Como isso era considerado assassinato, ele criava dispositivos que eram acionados pelos próprios pacientes. Esses dispositivos ficaram conhecidos como Tanatron.  Existe um filme da biografia dele que é muito legal. Saiu bem depois de batizarmos a banda,  Do you know Jack? Vale a pena assistir”.

A carreira
O primeiro CD demo da banda Primitive Behavior foi gravado em 2001 e rendeu uma turnê iniciada em São Luís, passando por Imperatriz (MA) Belém (PA), Teresina (PI) e Fortaleza (CE). Em 2007 a banda lançou o segundo demo, Trivial Chaos. Em 2009 a banda preparava material novo para a gravação de seu CD quando foi forçada a parar por motivo de saúde de dois de seus integrantes.
Após o retorno aos palcos, em 2013,  a banda se concentrou nas composições e no lançamento do single em clipe oficial da música Tanatron, e que rendeu o convite para a abertura do show do Annihilator do Canadá, na cidade de Catanduva-SP. Chegando a duas décadas de fundação, Tanatron recrutou o guitarrista Daniel Azevedo.

Ficha Técnica CD
Nyelson Weber - Baixo e vocal
Nynrod Weber – Guitarra
Daniel Azevedo - Guitarra 
Weeslem Lima – Bateria
Backin vocals na música Killing And Domination - Pablo Barros 
Gravação e mixagem no Acústica Estúdio
Produção Tanatron e Filipe Stress 

Faixas
Tanatron
Servorun Sanguinem
Betrayed By Yourself 
Slowly Dying
Towards Terror
Bloody Is The Hunt
In Front Of Your Eyes
Do The Creation Rise
Killing And Domination
We Need The Death

Serviço
O quê? Show de lançamento do CD da banda Tanatron
Quando? 11 de março, às 22h
Onde? Fanzine Rock Bar (Beira Mar)

Quanto? Antecipados: R$20,00 inteira; R$10,00 meia entrada. Lojas Over All e www.fanzinerockbar.com.br

Festivais e Mostras de Audiovisual passarão a ter apoio do Ministério da Cultura


O Ministério da Cultura (MinC) lançou, nesta quinta-feira (9), o Programa Nacional de Apoio a Festivais e Mostras Audiovisuais, por meio de portaria publicada no Diário Oficial da União. O objetivo é fortalecer a política pública para o setor audiovisual, garantindo maior acesso à capacitação técnica e democratização do acesso ao consumo de obras audiovisuais, por meio da distribuição de conteúdos diversificados. Além disso, o MinC vai promover o intercâmbio de negócios entre empresas do setor. As iniciativas são consideradas indispensáveis no campo da difusão e da promoção do Audiovisual brasileiro e da formação de mão de obra.

A política de apoio aos Festivais e Mostras de Cinema tinha sido interrompida em 2011 em função de restrições legais estabelecidas de forma equivocada pelo Decreto nº 7568 e pela Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que impossibilitou o MinC de apoiar eventos. A retomada da iniciativa decorre do entendimento, por parte da atual gestão do MinC, de que Festivais e Mostras de Cinema não podem ser classificados como “eventos”.

“Mostras e Festivais são um conjunto de ações técnicas que têm muitos desdobramentos positivos para o setor. Permitem a troca de experiências, discussões sobre estética e linguagem, formação de mão de obra, além de rodadas de negócios. Foge de um simples evento”, esclarece o diretor do Departamento de Políticas Audiovisuais do MinC, João Batista da Silva.
 Após estudo das especificidades e relevância do conjuntos das ações das Mostras e Festivais, a Secretaria do Audiovisual (SAV), construiu, com respaldo da Consultoria Jurídica do MinC, uma definição taxativa do conceito “evento” e a não aplicabilidade das vedações previstas para Mostras e Festivais.

O Programa
Com o Programa, haverá diversos benefícios para o setor audiovisual. Além de apoiar a realização de festivais e mostras de audiovisual, o Ministério incentivará seminários, oficinas, estudos, mesas de debate e demais ações de formação audiovisual.
A execução se dará por meio de seleções públicas e da realização de parcerias com os entes da Federação ou instituições não governamentais. Um dos primeiros passos desse programa será o lançamento, ainda neste semestre, de Edital específico para mostras e festivais, juntamente com uma série de outros editais voltados ao setor, que serão anunciados em breve.

Assessoria de Imprensa
Ministério da Cultura