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sexta-feira, 6 de setembro de 2019

Hoje tem reggae no Bar do Porto


A tradicional noite na Praia Grande continua com muito reggae pra curtir a noite toda no comando da Awá Sound System e os DJ Ti Call e Beto Ehongue,  Bar do Porto. 



domingo, 14 de julho de 2013

Entrevista com Alexandre do Natiruts


 A banda Natiruts esteve em São Luís no sábado passado participando do Luau da Lagoa. A brasiliense Natiruts levou a  São Luís o show Natiruts Acústico, CD/DVD, gravado ao vivo no Rio de Janeiro e que está sendo apresentado em turnê pelo país. O material vem com três faixas inéditas e os grandes sucessos da carreira em versão acústica. Segundo Alexandre Carlo, vocalista, guitarrista e compositor do Natiruts, trata-se de um material que é um “apanhado da carreira” nesses dezesseis anos de história. As músicas escolhidas para o acústico receberam novos arranjos, produzindo ao vivo uma parede sonora e um caldeirão cheio de temperos.

Em entrevista  Alexandre falou do surgimento da banda em Brasília, ao meio ao “boom” do rock e ainda de como se preocupa com o futuro das crianças, por meio de projetos sociais, como o esporte e a parceria de 15 anos com a Escola de Futebol Seco Ajax, projeto que nasceu em Cruzeiro Novo, bairro onde ele cresceu. A Escolinha despertou o interesse de Alexandre Carlo por se tratar de um projeto que envolve futebol, que sempre foi uma paixão do músico.
“Há 17 anos eu conheci o fundador do projeto e resolvi ajudar. Já tiramos inúmeras crianças dos maus caminhos. Muitos deles trabalham hoje no próprio projeto”, afirma Alexandre, que, altamente politizado deixa um recado para o público de São Luís: “Não joguem lixo nas ruas. E num outro momento oportuno continuem as manifestações pacíficas por um Brasil melhor”, pede.


Cinco perguntas//Alexandro Carlo - Natiruts

Qual avaliação que você faz desses 16 anos de carreira da banda?
Muito positiva. Com mais acertos do que erros e uma aceitação espontânea incrível do público.


Vocês acompanham outras bandas de reggae do Brasil?

De perto não. Geralmente é através da internet ou rádio que sabemos o que está acontecendo.


E qual a opinião de vocês sobre o mercado atual?
Ainda está em mutação. Principalmente na forma de se comercializar música. Hoje o mercado digital foi entendido por muita gente e está crescendo bastante. O que é ótimo para as bandas independentes e também por que é bem mais ecológico que o CD.


Brasília é conhecida como berço do “rock brasuca”, e vocês seguiram com o reggae. Como foi isso?
Naquela época em Brasília todo mundo queria ter uma banda de rock. Mas para o reggae sempre foi algo que admirei. Então mesmo sem perspectiva nenhuma, nem de público e nem de mercado, montei a banda, compus as canções, criei o símbolo que é o boneco chutando a bola e convidei os integrantes que posteriormente gravariam o disco Nativus.


Você conhece o reggae feito no Maranhão? Tem contato com as bandas daqui?
Conheço a Tribo de Jah. Sempre ouvi falar que o reggae no Maranhão era mais voltado para as radiolas. Onde as pessoas desenvolveram um estilo peculiar de dançar o reggae.

domingo, 12 de agosto de 2012

Show de gigantes em uma mesma noite: Paralamas e CPM 22


O que dizer da noite de ontem???? Show do Paralamas do Sucesso, na Batuque (Cohama)  e do CPM 22 no Trapiche (Ponta D’Areia) no mesmo dia. Dobradinha com o melhor do pop/rock, ska, reggae e hardcore. Eu fui aos dois!!!!!

A primeira etapa da noite especialíssima foi na Batuque com o show do Paralamas que veio especialmente para a festa da OAB-MA. Herberth e companhia subiram ao palco exatamente às 23h20 para um desfile de grandes sucessos da carreira, como Expresso do Oriente, Marinheiro, Alagados, Você, Aonde Quer Que Eu Vá, Tendo A Lua, Meu Erro, Cuide Bem do Seu Amor, Lanterna Dos Afogados, Ela Disse Adeus, Romance Ideal, Quase Um Segundo, Saber Amar, Óculos, O Amor Não Sabe Esperar, Caleidoscópio, Uns Dias.

 Foi um show muito ritmista, a banda tocou do rock brasuca, passando pelo reggae, ska e o pop romântico, mostrando que a banda ainda é muito atual. Lembrando que a banda tem um baterista que já foi eleito o melhor da América Latina.. João Barone !!!

Logo depois rumei para a Ponta D’Areia para curtir o CPM 22. Pauleira!!! A banda  fez um show visceral de muita pegada e guitarras marcantes, Quatro músicos que valem por quarenta e com um vocal de potência marcante de Badauí, embalado por muitos sucessos.

Foram quase duas horas de um espetáculo de rock, ska, hardcore, energia e carisma.  Embora o grupo tenha apresentado canções do mais novo CD, Depois de um Longo Inverno, com muita influencia do ska, com direito a naipe de metais e teclados, a batida forte e acelerada do hardcore também não faltou, assim como não faltou energia para o vocalista Badauí que parecia ligado na tomada. Os fãs agradeceram.

Como Badauí já havia antecipado em entrevista a O Imparcial, o show ia ser no melhor estilo 1,2,3,4... Às 01h20 o grupo subiu ao palco esmurrando com Não sei viver sem ter você (do álbum Chegou a Hora de Recomeçar-2002) incendiando a plateia. Com a resposta dos fãs, Badauí emendou O Mundo dá Voltas (de A Alguns Quilômetros de Lugar Nenhum-2000).

O show foi intercalado por sucessos dos quase 20 anos de carreira e músicas de Depois de um longo inverno (2011). Sucessos como Dias Atrás, Abominável, Vida ou Morte, Com Regina Let’s Go(2002), O Perdedor(2000), Desconfio (2002), Atordoado (2012), Além de Nós (2006) e a banda foi emendando um single após o outro em um ritmo frenético.  Nas músicas do álbum Felicidade Instantânea (2005) Um Minuto para o Fim do Mundo, Irreversível  e Recíproca a galera foi ao delírio. E ainda Inevitável (2006), Light Blue Night (2000), Anteontem (2000),  Ontem (2002), dentre outros sucessos deixaram o público em êxtase. Muito bom, tudo!!!1

Uma noite memorável. Dois shows de gigantes em São Luís.