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sábado, 23 de maio de 2015

Criolina e seu dançante Latinoamericano




 Apesar de individualmente Alê Muniz e Luciana Simões terem trilhado caminhos diferentes no passado (o primeiro é mais ligado ao universo pop, já Luciana sempre esteve associada ao mundo do reggae), o encontro dos dois mostra influências em comum, que vão desde a música regional do Maranhão e do Caribe, até elementos musicais herdados do tropicalismo e referências eletrônicas. “É um passeio pela música de ontem e de hoje, do Brasil e do mundo. Quem nos ouve e vê, pode identificar essa estética sonora e visual”, afirma Alê.
É assim que a dupla Criolina se define. E uma pequena mostra desse passeio pela música poderá ser conferido no EP Latinoamericano, lançado na última quinta-feira, com personagens latinos e performances, além de pocketshow da dupla, lançamento do clipe realizado pela produtora Catarse, de São Paulo, e discotecagem de Jorge Choairy.
Latinoamericano é uma pitada do que virá no terceiro CD da dupla, previsto para sair até o final deste ano. O EP tem quatro músicas, sendo duas inéditas: a faixa título e Pra ver se ela gosta; e duas releituras: Garçom, de Reginaldo Rossi, e Quizás,Quizás,Quizás, clássico latino. Esse trabalho afirma o sangue latino do Criolina e amadurece a sonoridade  que a dupla já vinha desenvolvendo, entre o Caribe e a Jamaica. Som pautado na cultura da radiola à cultura local que vai do merengue ao tambor de crioula, tudo isso embrulhado num pacote contemporâneo, com o uso de ritmos como reggae, rock, ska, entre outros.
O clipe foi gravado via financiamento coletivo no segundo semestre de 2014, em São Paulo, com produção da Catarse, plataforma de financiamento coletivo através da Internet.
Segundo Luciana Simões, o grande feito foi ter conseguido realizar a produção com apoio do público. “Para nós além de testarmos uma nova forma de financiamento artístico é um grande prazer ser financiado pelo nosso próprio público.  Acho que é bacana se sentir patrocinador de um artista que você admira. Representa muito pra nós. Significa que estamos conectados com as pessoas e que as pessoas apostam nas nossas ideias, produções”, afirma.


Duas perguntas//Luciana Simões
Como foi gravar esse clipe?
Ficamos muito felizes. Tudo partiu da composição. A música Latinoamericano é uma parceria da Criolina com o cantor e compositor Bruno Batista, e a proposta do clipe foi da Gataria Filmes, uma produtora de São Paulo que apostou no Criolina e encarou a saga de captar e gravar.
Ele foi gravado em São Paulo numa temporada em que passamos lá em novembro de 2014. A locação foi a Casa Amarela,  uma ocupação artística que visitamos na ocasião, e numa (sic) casa linda na Avenida Consolação, com a presença de amigos queridos, artistas. Não poderia ter sido melhor. Nessa temporada nós visitamos várias ocupações artísticas porque temos interesse em fazer a mesma coisa aqui em São Luis.
E após o lançamento qual o próximo passo?
Depois do lançamento em São Luís partimos para lançar em São Paulo e em outras capitais. O EP e o clipe serão lançados oficialmente pela Sony Music na mesma data e estará disponível na Internet a partir do dia 21. É um aperitivo do que vem por aí.  Vamos lançar o CD em agosto e o EP é uma provocação! 
Confere aí o trabalho da dupla!!!

 

quarta-feira, 20 de março de 2013

ZeroHum lança clipe "Amantes"



A banda ZeroHum, lança nesta sexta-feira, 22, no Mandamentos Hall, a partir das 22h, o clipe da música “Amantes”, gravado no início do ano, em espaços temáticos de São Luís.
Com a supervisão de Rogério Pereira da Acustica Studio, e a produção de Saulo Cavaignac e Jojo Lobato,  banda ZeroHum usou e abusou da criatividade durante a gravação do seu primeiro clipe “Amantes”.
A equipe utilizou diversas locações, mostrando de forma inusitada  universo das amantes. Passando pela mansão do casal, onde rolou uma festa enquanto a mulher viajava, a história é envolvente e criativa, garantindo cinco minutos de muita risada.

A banda
Guil, Léo e Igote, tocavam rock nas noites de São Luís, mas sempre deixavam claro que o desejo maior era misturar o estilo com o pop, samba, sertanejo e até mesmo com o axé, mesmo que difícil, mas não impossível.
Até que certo dia, o trio, encontra o jovem Caio e, diga-se de passagem, “axezeiro” de coração, era o encaixe perfeito para fazer da banda de rock, a famosa e encantadora, ZeroHum, nome que surgiu por conta da antiga localização que o grupo ensaiava que ficava atrás do famoso clube de mulheres, por conta disso, o “ZeroHum” tem “H”.
Hoje, a banda é composta por: Guilherme (Guil) vocal, Léo (guitarra), Igote (Igor) Contrabaixo e Caio (Percussão).


Ingressos: Pista R$ 30,00 e Camarote R$ 50,00.